Ao tratar da atuação dos/as assistentes sociais com as diferentes expressões da
questão social, Iamamoto (2000) aponta que há que se evitar uma perspectiva que se baseia em
“uma visão heroica e salvacionista do Serviço Social que reforça unilateralmente a subjetividade dos
sujeitos, a sua vontade política sem confortá-la com as possibilidades e limites da realidade social”. A
essa perspectiva a autora dá o nome de: