O trauma é uma das principais causas de morte entre adultos jovens (15 a 44 anos) no Brasil e no
mundo. Os acidentes de transporte terrestre representam uma das principais causas de trauma grave,
com elevado número de internações e óbitos. Estima-se que 30 a 40% das mortes traumáticas estejam
relacionadas a hemorragias graves não controladas e ocorrem antes da chegada ao hospital, o que
reforça a importância do controle rápido do sangramento no atendimento pré-hospitalar. Um homem de
34 anos, vítima de acidente automobilístico em rodovia, é atendido pela equipe do SAMU. Na avaliação
primária, o paciente apresenta lesão aberta e sangrante em membro inferior esquerdo, com suspeita de
fratura exposta de tíbia. Os sinais vitais são: FC 128 bpm, PA 90/60 mmHg, FR 30 irpm, pele fria e
pálida, indicando possível choque hipovolêmico.
Após o controle inicial da via aérea e da ventilação, a equipe prioriza o controle do sangramento. De acordo com as recomendações do PHTLS – Prehospital Trauma Life Support, 9ª edição (2023), qual é a conduta mais indicada para conter o sangramento nesse cenário?
Após o controle inicial da via aérea e da ventilação, a equipe prioriza o controle do sangramento. De acordo com as recomendações do PHTLS – Prehospital Trauma Life Support, 9ª edição (2023), qual é a conduta mais indicada para conter o sangramento nesse cenário?