O processo de profissionalização da enfermagem brasileira entre as décadas de 1920 e 1940 inscreve-se em um contexto de medicalização institucional e de transição entre práticas tradicionais e um modelo tecnocientífico importado dos Estados Unidos, especialmente após a influência da Missão Rockefeller. À luz das análises de Maria Helena Machado e Ana Maria Rago, e considerando os dilemas ético-políticos da conformação profissional da enfermagem nesse período, qual proposição expressa com maior fidelidade historiográfica a natureza ambígua dessa transição?