Considere o fragmento abaixo.
Se avançamos razoavelmente nestas duas áreas (pelo menos no plano das concepções e da prática de parcela do professorado), temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística. Parece que não sabemos, de fato, o que fazer com a variação linguística na escola. E o que temos feito é seguramente bastante inadequado.
Nos nossos documentos oficiais de diretrizes para o ensino de português, já incluímos essa complexa temática (1º) como uma daquelas que devem ser trabalhadas na escola. Isso (2º) é já um ganho, considerando que a escola tradicional simplesmente negava a variação linguística como matéria de ensino. Para essa escola (3º) (e quanto ela ainda está presente entre nós?) a variação é sinônimo de erro e cabe a ela (4º) corrigir esses pretensos “desvios”.
Em relação aos elementos destacados, é correto afirmar: