Paciente do sexo feminino, 42 anos, melanoderma, comparece para avaliação odontológica de rotina, sem queixas clínicas. Ao exame intraoral, não se observam aumentos de volume, dor, alteração de mucosa ou sinais inflamatórios. Durante a análise da radiografia panorâmica, o cirurgião-dentista identifica múltiplas alterações ósseas em mandíbula, predominando em regiões posteriores de ambos os lados. As imagens apresentam estágios variados de mineralização, algumas áreas mais radiolúcidas, outras mistas e outras predominantemente radiopacas, localizadas próximas aos ápices dentários. Os dentes envolvidos respondem positivamente aos testes de vitalidade pulpar, e não há evidência de expansão cortical significativa ou sinais de agressividade local.
Com base nos aspectos clínicos, radiográficos e epidemiológicos das lesões fibro-ósseas dos maxilares, o diagnóstico mais provável é: