Um homem de 42 anos, residente em área urbana de alta endemicidade para tuberculose, com histórico de abandono de tratamento anterior para tuberculose pulmonar, é atendido na Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de tosse produtiva, febre noturna e perda de peso há um mês. Nega comorbidades como infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Ao exame físico, apresenta emagrecimento visível, crepitações pulmonares bibasais e linfadenopatia cervical. Exames complementares iniciais mostram baciloscopia positiva para bacilos álcool-ácido resistentes e teste rápido molecular sugestivo de resistência à rifampicina.
Qual é a conduta inicial em relação à referência e contrarreferência para serviços especializados e hospitalares?