A abordagem da periodontite estágio III grau C, caracterizada por perda óssea severa e progressão rápida, exige intervenção clínica com base em evidências microbiológicas, inflamatórias e estruturais. Em um paciente jovem, com mobilidade dentária aumentada, perda de inserção interproximal generalizada e ausência de comorbidades sistêmicas, qual estratégia terapêutica reflete a conduta mais adequada conforme as diretrizes da nova classificação da doença periodontal (AAP/EFP, 2018)?