A Odontologia Restauradora atual exige uma análise acurada do comportamento biomecânico do dente remanescente, sobretudo em dentes anteriores submetidos a fraturas coronárias parciais, sem envolvimento pulpar. Um paciente adulto jovem apresenta fratura oblíqua não invadente em incisivo lateral superior, com esmalte e dentina preservados em mais de 70% da coroa clínica, sem histórico de sensibilidade. À luz dos estudos clínicos com seguimento superior a 5 anos, e considerando a preservação estrutural, estética e funcionalidade, qual alternativa restauradora representa a conduta mais conservadora e respaldada por melhores desfechos estéticos e biomecânicos?