Segundo Prado e Salim (2018), na instalação das Barras de Erich, é correto afirmar que:
Na maxila, os ganchos ficam voltados para baixo e, na mandíbula, para cima.
Os incisivos são unidos individualmente com alta torção.
Na maxila, os ganchos ficam voltados para cima, na mandíbula, para baixo; os incisivos não devem ser unidos, ou unidos dois a dois.
A barra é fixada apenas nos dentes posteriores.
Em fraturas, dispensa necessidade de osteossíntese.
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