Homem de 52 anos, trabalhador da construção civil em Teresina-PI, tabagista de 40 maços-ano, com
diagnóstico prévio de DPOC leve, procura atendimento por tosse há 6 semanas. Refere expectoração
mucopurulenta, febre baixa diária (predominantemente vespertina), sudorese noturna e perda ponderal
de 6 kg no período. Nega melhora após dois esquemas de antibióticos distintos prescritos para
pneumonia comunitária nas últimas 4 semanas.
Relata dispneia leve aos esforços habituais, semelhante ao seu padrão basal. Nega chiado novo, exposição ocupacional recente, contato com aves, mofo ou uso de medicações novas. Descartado evidências de imunossupressão. Ao exame físico: afebril no momento, discreto emagrecimento, estertores crepitantes em ápice pulmonar direito, sem sibilos difusos. Saturação 95% em ar ambiente.
Radiografia de tórax evidencia infiltrado heterogêneo em lobo superior direito, associado à cavitação de paredes espessas. Hemograma sem leucocitose significativa. PCR discretamente elevada.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Relata dispneia leve aos esforços habituais, semelhante ao seu padrão basal. Nega chiado novo, exposição ocupacional recente, contato com aves, mofo ou uso de medicações novas. Descartado evidências de imunossupressão. Ao exame físico: afebril no momento, discreto emagrecimento, estertores crepitantes em ápice pulmonar direito, sem sibilos difusos. Saturação 95% em ar ambiente.
Radiografia de tórax evidencia infiltrado heterogêneo em lobo superior direito, associado à cavitação de paredes espessas. Hemograma sem leucocitose significativa. PCR discretamente elevada.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Provas
Questão presente nas seguintes provas