Mulher de 76 anos, com bioprótese aórtica transcateter implantada há 4 anos, passa a apresentar dispneia aos esforços e queda de tolerância ao exercício. No ecocardiograma transtorácico (ETT), há aumento do gradiente médio transvalvar em relação ao exame basal e redução do índice Doppler (Doppler Velocity Index – DVI). Não há febre ou sinais clínicos de infecção. Qual é a melhor conduta diagnóstica inicial para confirmar o mecanismo da disfunção da bioprótese e evitar erro de classificação?