Um pediatra está revisando os resultados da triagem
neonatal de um recém-nascido (RN) a termo, do sexo
masculino, com 12 dias de vida. O parto foi vaginal, sem
intercorrências. A mãe é primípara, sem histórico familiar
de doenças genéticas conhecidas, mas teve uma infecção urinária tratada no terceiro trimestre da gestação.
O RN está em aleitamento materno exclusivo, com bom
ganho ponderal e exame físico atual sem anormalidades.
Os resultados da triagem neonatal (coleta no 3o
dia de
vida) são os seguintes:
Teste da Orelhinha (Emissões Otoacústicas Evocadas – EOAE): Falha no ouvido direito.
Teste do Pezinho:
TSH: 18 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L). Triagem para Fibrose Cística (IRT): 80 ng/mL (valor de corte: < 60 ng/mL).
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes).
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
Teste da Orelhinha (Emissões Otoacústicas Evocadas – EOAE): Falha no ouvido direito.
Teste do Pezinho:
TSH: 18 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L). Triagem para Fibrose Cística (IRT): 80 ng/mL (valor de corte: < 60 ng/mL).
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes).
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
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