No cotidiano da assistência farmacêutica,
frequentemente nos deparamos com o desafio de
conciliar a estabilidade química do fármaco com a
aceitação do tratamento pelo paciente. Um
exemplo clássico ocorre na pediatria e na geriatria,
onde a deglutição de formas sólidas pode ser um
obstáculo intransponível, exigindo que o
formulador domine o equilíbrio entre solubilidade,
mascaramento de sabor e preservação
microbiológica.
Com base nos seus
conhecimentos sobre a tecnologia de formulações
sólidas, líquidas e semissólidas, assinale a
alternativa correta.