Durante a interpretação de imagens de SPECT cerebral, o médico nuclear observa que a qualidade diagnóstica é superior à da imagem planar convencional pois o SPECT:
Utiliza coincidência de dois fótons de 511 keV emitidos simultaneamente.
Combina dados metabólicos de FDG com informações anatômicas de ressonância magnética.
Reconstrói imagens de projeções adquiridas em múltiplos ângulos ao redor do paciente.
Emprega cristais semicondutores de CZT que eliminam a necessidade de colimadores.
Funde dados funcionais de PET com dados morfológicos de tomografia computadorizada.
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