“Essa diferença definidora e definitiva, injusta em todos os sentidos, deve ser considerada como um escândalo intolerável em uma educação que se quer democrática. (...) O domínio insuficiente da língua escrita se faz sentir mais tarde no Ensino Médio e na universidade... (...) Desde os primeiros anos da escola básica vai-se criando uma brecha entre os que dominarão a língua escrita e aqueles que não o farão.” (Sánchez, 2002)
No excerto transcrito, o autor enfatiza uma situação que tem sido permanente nas comunidades surdas. São desdobramentos dessa situação: