Um policial militar, 52 anos, hipertenso e diabético, comparece ao serviço médico com queixa de dispneia progressiva aos esforços e edema de membros inferiores. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 32%, ventrículo esquerdo dilatado e função diastólica grau II. Pressão arterial 118 × 72 mmHg, frequência cardíaca 84 bpm, creatinina 1,1 mg/dL, potássio 4,5 mEq/L. Encontra-se em classe funcional II da NYHA. De acordo com a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca, a estratégia terapêutica inicial que comprovadamente reduz mortalidade nesse paciente é: