Em uma escola de Ensino Fundamental II, Lucas, 12 anos, apresenta diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em sala, evita
contato visual, demonstra grande interesse por mapas e apresenta excelente memória para dados geográficos, mas entra em crise quando ha mudanças inesperadas na rotina. A professora solicita ao psicopedagogo que
“trabalhe individualmente com ele para que se comporte
como os demais alunos”. Após observação sistemática, entrevista com a família e analise do planejamento pedagógico, o psicopedagogo identifica que as crises ocorrem, sobretudo, quando atividades sao modifica das sem aviso prévio e quando há excesso de estímulos
sonoros. Considerando a atuação psicopedagógica fundamentada e inclusiva, a conduta mais adequada e: