Birman & Costa, (1976/1994) em “Organização de instituições para uma psiquiatria comunitária” afirmam que uma psiquiatria comunitária implica reorganizar as instituições para deslocar o eixo central do hospital e abrir espaço a práticas de base territorial. No Brasil, a expansão dos CAPS buscou justamente consolidar essa diretriz. Entretanto, ainda há tensões entre a lógica comunitária e a persistência de modelos hospitalocêntricos. Como interpretar essa orientação segundo os autores?