Em uma comunidade quilombola adscrita a uma Unidade Básica de Saúde, a equipe de Saúde da Família identifica
aumento de casos de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e de gravidez na adolescência, associados a
barreiras culturais, racismo estrutural, baixa escolaridade e dificuldade de acesso a informações e serviços de saúde
sexual e reprodutiva. Diante desse cenário, a equipe solicita apoio matricial do Núcleo Ampliado de Saúde da
Família e Atenção Primária (eMulti) e, em conjunto com o sanitarista, decide construir um projeto de intervenção
fundamentado na educação popular em saúde.
Sobre isso, analise as asserções a seguir:
I. Realizar rodas de conversa com jovens, famílias e lideranças quilombolas, em clima de acolhimento e respeito, estimulando o diálogo sobre sexualidade, IST e gravidez na adolescência como espaço de construção compartilhada do conhecimento.
II. Desenvolver oficinas participativas de arte, teatro, música e outras expressões culturais quilombolas para problematizar o racismo, as relações de gênero e os direitos sexuais e reprodutivos, fortalecendo a emancipação e o protagonismo juvenil.
III. Coplanejar as ações de cuidado com o coletivo da comunidade, incluindo escola, associações quilombolas e movimentos sociais, de modo que as decisões sobre prioridades e estratégias sejam tomadas de forma conjunta e solidária.
IV. Utilizar a escuta qualificada e a abordagem amorosa nas visitas domiciliares e atendimentos, reconhecendo as experiências e saberes populares como parte legítima do cuidado em saúde, permitindo que o afeto se torne elemento estruturante da busca pela saúde.
V. Pautar a intervenção em campanhas verticais e normativas, definidas pela equipe técnica como ideais, buscando a formação de condutas, com a perspectiva da mudança de comportamento sexual dos adolescentes, sem abertura ao diálogo com a comunidade, esperando criar uma cultura de vida saudável.
Assinale a alternativa que contempla o número de ações que atendem aos princípios da PNEPS.
Sobre isso, analise as asserções a seguir:
I. Realizar rodas de conversa com jovens, famílias e lideranças quilombolas, em clima de acolhimento e respeito, estimulando o diálogo sobre sexualidade, IST e gravidez na adolescência como espaço de construção compartilhada do conhecimento.
II. Desenvolver oficinas participativas de arte, teatro, música e outras expressões culturais quilombolas para problematizar o racismo, as relações de gênero e os direitos sexuais e reprodutivos, fortalecendo a emancipação e o protagonismo juvenil.
III. Coplanejar as ações de cuidado com o coletivo da comunidade, incluindo escola, associações quilombolas e movimentos sociais, de modo que as decisões sobre prioridades e estratégias sejam tomadas de forma conjunta e solidária.
IV. Utilizar a escuta qualificada e a abordagem amorosa nas visitas domiciliares e atendimentos, reconhecendo as experiências e saberes populares como parte legítima do cuidado em saúde, permitindo que o afeto se torne elemento estruturante da busca pela saúde.
V. Pautar a intervenção em campanhas verticais e normativas, definidas pela equipe técnica como ideais, buscando a formação de condutas, com a perspectiva da mudança de comportamento sexual dos adolescentes, sem abertura ao diálogo com a comunidade, esperando criar uma cultura de vida saudável.
Assinale a alternativa que contempla o número de ações que atendem aos princípios da PNEPS.
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