Os aceleradores lineares utilizados em radioterapia aceleram elétrons por meio de ondas eletromagnéticas de dois tipos diferentes, que chamaremos de tipo I e tipo II. A diferença entre os aceleradores do tipo I e do tipo II está no projeto da estrutura do acelerador. Os projetos que utilizam as ondas do tipo I requerem uma carga terminal para absorver a potência residual no final da estrutura, evitando assim a formação de uma onda refletida para trás. Por outro lado, os projetos de aceleradores de onda do tipo II proporcionam máxima reflexão das ondas em ambas as extremidades da estrutura. No eletromagnetismo, as ondas do tipo I e do tipo II são chamadas, respectivamente, de