No âmbito da vigilância em saúde, a avaliação de
áreas de risco ambiental e sanitário deve considerar
predominantemente fatores físicos, como enchentes,
deslizamentos e contaminações ambientais, embora
aspectos socioeconômicos também possam ser
incorporados ao processo de análise, especialmente
quando influenciam diretamente a exposição e a
vulnerabilidade das populações.