Mulher, 56 anos de idade, tabagista há 25 anos, refere
rouquidão progressiva nos últimos 6 meses, associada à voz
soprosa e fadiga vocal, além de dispneia aos esforços
moderados. Nega disfagia ou perda ponderal. Nega história
de trauma laríngeo. Ao exame, encontra-se eupneica em
repouso. A avaliação vocal demonstra voz rouca, grave e
soprosa. A videolaringoscopia em abdução mostra os
achados apresentados na imagem a seguir:
Além de medidas antitabagismo, qual é a melhor conduta terapêutica?
Além de medidas antitabagismo, qual é a melhor conduta terapêutica?