Paciente de 58 anos, nuligesta, procura atendimento referindo aumento do volume abdominal há 3
meses, associado a desconforto pélvico e dispneia aos moderados esforços. Nega febre ou perda
ponderal. Ao exame físico: massa pélvica palpável até cicatriz umbilical, macicez móvel em flancos e
abdome distendido. Realizada ultrassonografia transvaginal que evidencia massa anexial direita
complexa, multiloculada, com septos espessos e vegetações papilares, medindo 12 x 10 cm, associada
a ascite moderada. CA-125: 680 U/mL. Tomografia de abdome e pelve demonstra implantes
peritoneais < 2 cm em epíplon e ausência de doença extra-abdominal. CEA e AFP normais.
Considerando o estadiamento e os critérios de ressecabilidade, qual a melhor conduta para esta
paciente?
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