Paciente de 48 anos, hipertenso, dislipidêmico, DRC G4aA1, com antecedente de infarto agudo do miocárdio, em seguimento no ambulatório de nefrologia, busca esclarecimento a respeito de transplante renal e refere que “muitas pessoas dizem que quem faz hemodiálise morre”.
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia e suas recomendações sobre as terapias renais substitutivas (TRS) publicadas em 2025, a orientação adequada a esse paciente é a de que