A amputação, embora historicamente associada a contextos de guerra, acidentes e doenças vasculares, constitui um evento crítico que mobiliza intensas repercussões biopsicossociais. Para além da perda física, representa uma ruptura simbólica com a imagem corporal e com a continuidade da identidade subjetiva. Estudos apontam para manifestações como dor e membro fantasma, ansiedade, depressão e alterações nas relações interpessoais e sexuais.
Considerando tais achados, bem como os fundamentos da psicologia hospitalar contemporânea, assinale a alternativa que melhor expressa a compreensão técnico-científica acerca da experiência psíquica do sujeito amputado.