Trecho da “Carta para a proteção e a gestão do
patrimônio arqueológico”, realizado pelo
ICOMOS/ICAHM, em 1990: “O patrimônio
arqueológico constitui testemunho essencial sobre
as atividades humanas do passado. Sua proteção e
gerenciamento são, portanto, indispensáveis para
permitir aos arqueólogos e outros cientistas estudá-los e interpretá-los, em nome das gerações
presentes e a vir, e para seu usufruto.” (IPHAN,
2004). Esse trecho foi extraído da Carta de:
Um olhar para a história da arqueologia brasileira,
inicialmente, deve-se voltar para os primeiros
achados fortuitos, em que ossos humanos foram
encontrados em ambientes que talvez fossem
interagidos em ritos fúnebres há milhares de anos,
em Minas Gerais, (Prous, 2006). Os achados foram
identificados por:
A datação por carbono-14 foi desenvolvida nos anos
1940 pelo químico Willard F. Libby, que, em 1960,
foi contemplado com o Prêmio Nobel. O método e
as técnicas foram desenvolvidas em laboratórios por
grupos de cientistas sob a liderança de Willard, em
uma universidade americana. Trata-se da:
O Museu Amazônico da Universidade Federal do
Amazonas, atualmente, encontra-se na salvaguarda
do patrimônio arqueológico do Brasil, pois ele é
instituição reconhecida pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional, na condição de fiel
depositário de coleções arqueológicas. E, assim
conforme preceitua a Instrução Normativa nº 001,
de março de 2015 – IPHAN, no art. 18, item IV,
apoia pesquisa arqueológica, outorgando ao
arqueólogo documento oficial para a guarda e
conservação de coleções arqueológica. O
documento é uma:
É um estudo interdisciplinar em que dados
históricos e etnográficos (Machado, 2011) foram
importantes para elucidar a identidade do sítio
“Cemitério dos Pretos Novos”. Esse sítio
arqueológico foi identificado em área urbana de uma
das cidades brasileiras. Essa cidade é:
Bancos de dados são ferramentas imprescindíveis para a identificação de macrovestígios e de microvestígios vegetais, especialmente nos trópicos, devido a sua altíssima biodiversidade. Existem diferentes sistemas de identificação baseados na identificação de caracteres morfométricos específicos a cada categoria de vestígios (chaves dicotômicas, cartões perfurados, chaves de determinação de múltipla entrada informatizadas etc.). No entanto, é importante que cada um destes sistemas se utilize de uma nomenclatura padronizada, de modo a não deixar espaço para erro de interpretação dos caracteres específicos por parte de diferentes autores. Sendo assim, cada disciplina procura padronizar a nomenclatura utilizada internacionalmente. As regras terminológicas específicas adotadas em estudos de antracologia são:
A descrição morfométrica de fitólitos modernos de referência se baseia em critérios internacionalmente estabelecidos. Dentre os caracteres quantitativos e qualitativos mais importantes para a posterior identificação arqueobotânica de fitólitos, destacam-se a forma e o tamanho, mas também:
A descrição anatômica de carvões modernos de referência se baseia em critérios internacionalmente estabelecidos para os estudos de anatomia do lenho, mas apresenta algumas variações específicas aos estudos de madeira carbonizada. Dentre os caracteres quantitativos e qualitativos mais importantes para a antracologia, destacam-se:
Acervos botânicos e arqueobotânicos relacionados ao estudo de macrovestígios e microvestígios vegetais consistem em coleções arqueológicas particulares que, por sua origem biológica, necessitam de cuidados especiais. Além dos cuidados básicos relacionados a reservas técnicas em geral, como controle ambiental (temperatura, umidade, radiação, poluentes), controle de acesso e proteção contra incêndios, assinale a opção que lista as condições ideais do ambiente de conservação específica de coleções bioarqueológicas, visando a garantir sua segurança.