Em artigo sobre Arqueologia Amazônica, Denise Pahl Schaan cita trabalhos de arqueólogos na Ilha de Marajó, que ilustram uma problemática arqueológica:
“Segundo Meggers e Evans (1957), os sítios localizados na área de savana próxima ao lago Arari seriam mais antigos do que os sítios a oeste do lago Arari, na bacia do rio Anajás. Com base em uma seriação estilística de urnas funerárias, Magalis (1975), no entanto, sustenta que a cronologia relativa seria inversa – os sítios do rio Anajás seriam os mais antigos.”(SCHAAN, 2007:81)
Fonte: SCHAAN, Denise Pahl. “Uma janela para a história pré-colonial
da Amazônia:olhando além – e apesar – das fases e
tradições”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências
Humanas, Belém, v. 2, n. 1, p. 77-89, jan-abr. 2007
A nona sessão da UNESCO, em Nova Delhi, realizada no dia 5 de novembro de 1956, produziu recomendação de grande importância para as pesquisas arqueológicas.
Segundo a Recomendação de Nova Delhi, as medidas que deveriam ser tomadas para garantir a proteção do patrimônio arqueológico são:
A escavação em grandes superfícies é apenas um dos muitos métodos de campo em arqueologia. Dentre as alternativas abaixo, a que corresponde a outro método de campo arqueológico é
A escavação de um sítio arqueológico encontrou uma urna funerária embaixo de uma habitação com fundações feitas de pedra. Dentro desta urna foram achados ossos humanos identificados do sexo feminino, restante de cesta de palha, contas feitas de conchas e um pilão. O sítio em questão está datado entre 2.500 e 500 anos antes do presente. As fundações feitas de pedra estão datadas em 1.000 anos antes do presente. Entre as hipóteses formuladas pelo arqueólogo, qual das hipóteses a seguir NÃO pode ser fundamentada com base no conteúdo da urna:
A manutenção de condições ambientais apropriadas nas reservas técnicas arqueológicas é uma das tantas preocupações do conservador arqueológico, visando a retardar os processos normais de envelhecimento dos distintos materiais. Neste sentido, o controle e o monitoramento da temperatura, da umidade relativa e da radiação luminosa são necessidades básicas que devem ser levadas em consideração. Sobre esta temática, é correto afirmar:
As intervenções de conservação dos vestígios arqueológicos in situ, como os procedimentos de conservação após a escavação, devem não somente considerar o critério de reversibilidade, mas, também, o da mínima intervenção, entre outros aspectos. Dessa forma, o conservador arqueológico deve ter um bom conhecimento dos distintos tipos de produtos químicos empregados nesses procedimentos, assim como de seus efeitos nos objetos em curto, médio e longo prazo. Nesse sentido, é correto afirmar que