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Uma universidade paulista pretende centralizar dados relativos às atividades de suas áreas de projetos, obras, operação e manutenção da infraestrutura construída dos seus campi, de modo a reduzir riscos associados à redundância de fontes de informação e assegurar a disponibilidade de dados atualizados. Para isso, serão centralizados em um servidor o armazenamento e a gestão de bases de dados, e o conjunto de processos de gestão da informação ao longo do ciclo de vida dessa infraestrutura. Seria criada, assim, uma fonte de informação, acordada para a infraestrutura construída dos campi, organizada em contêineres de informação – conjuntos de informações, persistentes e nomeados, recuperáveis dentro do sistema –, estruturados ou não, que permitirá a coleta, gestão e disseminação de cada contêiner através de um processo gerido. Na terminologia empregada em Modelagem da Informação da Construção (BIM), essa fonte recebe a denominação específica de
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Na fiscalização e na direção de execução de obras de edificações, novas tecnologias permitem sobrepor elementos projetados ainda não executados – como instalações prediais – ao ambiente da obra em andamento, com o auxílio de tablets, celulares ou óculos com essa funcionalidade. Na ilustração a seguir, extraída do portal Archdaily, observamos uma equipe de obra utilizando esse recurso e, no detalhe, a imagem capturada no celular.

(https://www.youtube.com/watch?v=e0uSe-PiATg)
Tal recurso é denominado, especificamente,
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Segundo Melhado (1994), na gestão da produção do ambiente construído, a possibilidade de interferir sobre a incidência de falhas pode ser representada, como defendem Hammarlund e Josephson, pelo gráfico a seguir.

(https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/
3/3146/ tde-09052019-085538/publico/SilvioBurrattinoMelhado_T.pdf)
Depreende-se desse gráfico que a possibilidade de interferência sobre a incidência de falhas é maior
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No projeto hidráulico de uma edificação, tanques e aparelhos de lavagem de roupas serão obrigatoriamente, segundo o Código Sanitário do Estado de São Paulo, ligados à rede coletora de esgotos através de
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Um edifício escolar térreo será construído em um município do estado de São Paulo que não dispõe de regulamentação própria sobre obras e edificações. O corredor de circulação, com saídas para o exterior em ambas as extremidades, atenderá a uma população de 500 alunos e alunas. A largura mínima desse corredor deverá obedecer à regulamentação mais restritiva aplicável, que é
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Dois blocos de um edifício escolar a ser projetado em município paulista no qual vigoram as restrições do Código Sanitário do Estado de São Paulo abrigam salas de aulas voltadas para um espaço livre, aberto nas duas extremidades, que separa esses blocos. As áreas dessas salas foram padronizadas em 50,00 m2 e a altura dos dois prédios é a mesma, igual a 10,00 m. A área mínima de iluminação natural, a área mínima de ventilação natural e a largura mínima do espaço livre entre os blocos serão, respectivamente,
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Considere a figura a seguir, extraída da NBR 15575.

Na NBR 15575, as partes da cobertura numeradas como 4, 6, 7, 9, 12 e 15 são designadas, respectivamente, como
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Para fins de avaliação das condições de desempenho acústico dos projetos de edificações, a NBR 15575 trabalha, entre outros parâmetros, com as chamadas Classes de Ruído I, II e III, definidas em função de
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Para a avaliação do desempenho térmico de edifícios de uso habitacional por meio de simulação computacional, os níveis de desempenho definidos na NBR 15575 são
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A Vida Útil de Projeto (VUP) de um projeto desenvolvido para uma universidade paulista será definida com base em recomendações da NBR 15575, conforme tabela a seguir.
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Sistema |
VUP mínima em anos |
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Estrutura |
≥ 50 |
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Pisos internos |
≥ 13 |
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Vedação vertical externa |
≥ 40 |
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Vedação vertical interna |
≥ 20 |
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Cobertura |
≥ 20 |
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Hidrossanitário |
≥ 20 |
No entanto, as diferenças entre o uso habitacional e o uso previsto para o edifício projetado implicam em revisões em alguns desses parâmetros. Para a determinação da VUP mínima, a metodologia preconizada pela referida norma incorpora três conceitos essenciais em caso de falha do desempenho do sistema ou elemento:
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