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Existe hoje uma tendência em contextualizar e ampliar os processos de educação em dança. Qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE o t ripé q ue s erve d e b ase p ara a proposta metodológica da Dança no Contexto, da estudiosa Isabel Marques?
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Com relação à improvisação, marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) Ao improvisar, o(a) dançarino(a) se envolve completamente, vivendo o aqui e o agora numa ação que muitas vezes é, simultaneamente, o criar e o apresentar.
( ) Momentos de inspiração como insight, que atuam internamente no(a) dançarino(a) durante uma improvisação, servem como uma voz direcionando a ação.
( ) O medo do erro ou do fracasso, devido à ausência de coreografia estabelecida, pode bloquear o(a) dançarino(a), com uma sensação de caminhar rumo ao desconhecido.
( ) Em montagens coreográficas, dançarinos(as) são chamados(as) a improvisar, pois esta é a fase inicial do processo coreográfico.
( ) O ato de improvisar e estimular a criatividade oferece liberdade, mas deve ser submetido a limites, adaptação e controle para que o(a) artista possa se desenvolver.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
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Sobre o cinema brasileiro, analise as afirmações a seguir e escolha a única alternativa correta:
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TEXTO 2:
“(...) Essas ideias de Laban, datadas da primeira metade do século XX, deixaram marcas profundas nas práticas e discursos do ensino de dança no Brasil. Não é somente Laban que acreditava na dissociação entre o mundo da produção artística profissional e o mundo da educação escolarizada: grande parte do professorado, da classe artística e do público brasileiro até hoje defendem essas ideias, ignorando a necessidade de produção artística para o alunado e de educação – em seu sentido mais amplo – para os profissionais da dança. As experiências inócuas de laissez-faire em dança que ainda hoje ocorrem em nossas escolas (jogos com panos, cores, nariz de palhaço, “dance e seja feliz”) estão provavelmente alicerçadas nos argumentos arcaicos de Laban sobre a educação, na falta de uma visão mais crítica em relação à dança e à educação nos dias de hoje.”
Fonte: Isabel Marques. Revisitando a dança educativa moderna de Rudof Von Laban.
Revista Sala Preta: São Paulo, 2011)
Em relação ao Texto 2, a autora defende que:
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TEXTO 1:
“(...) já nos primeiros capítulos de Dança educativa moderna, o próprio Laban estabelece a grande dicotomia entre a Arte e a Educação. Reforçado por Lisa Ullmann, no posfácio de 1963, os dois afirmam com intensidade que a função da dança na escola não é formar artistas, ou mesmo “danças sensacionais”, mas pessoas livres e capazes de expressar em atitudes criativas e conscientes o fluxo natural do movimento humano (ULLMANN, 1990, p. 108-10).”
Fonte: Isabel Marques. Revisitando a dança educativa moderna de Rudof Von Laban.
Revista Sala Preta: São Paulo, 2011)
TEXTO 2:
“(...) Essas ideias de Laban, datadas da primeira metade do século XX, deixaram marcas profundas nas práticas e discursos do ensino de dança no Brasil. Não é somente Laban que acreditava na dissociação entre o mundo da produção artística profissional e o mundo da educação escolarizada: grande parte do professorado, da classe artística e do público brasileiro até hoje defendem essas ideias, ignorando a necessidade de produção artística para o alunado e de educação – em seu sentido mais amplo – para os profissionais da dança. As experiências inócuas de laissez-faire em dança que ainda hoje ocorrem em nossas escolas (jogos com panos, cores, nariz de palhaço, “dance e seja feliz”) estão provavelmente alicerçadas nos argumentos arcaicos de Laban sobre a educação, na falta de uma visão mais crítica em relação à dança e à educação nos dias de hoje.”
Fonte: Isabel Marques. Revisitando a dança educativa moderna de Rudof Von Laban.
Revista Sala Preta: São Paulo, 2011)
Comparando o texto 2 ao texto 1, assinale a alternativa correta.
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TEXTO 1:
“(...) já nos primeiros capítulos de Dança educativa moderna, o próprio Laban estabelece a grande dicotomia entre a Arte e a Educação. Reforçado por Lisa Ullmann, no posfácio de 1963, os dois afirmam com intensidade que a função da dança na escola não é formar artistas, ou mesmo “danças sensacionais”, mas pessoas livres e capazes de expressar em atitudes criativas e conscientes o fluxo natural do movimento humano (ULLMANN, 1990, p. 108-10).”
Fonte: Isabel Marques. Revisitando a dança educativa moderna de Rudof Von Laban.
Revista Sala Preta: São Paulo, 2011)
Baseado no Texto 1, segundo a autora, para Laban, é possível se pensar dança na escola sem que se vislumbre um produto final?
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De acordo com Roger Garaudy, são considerados criadores da dança moderna:
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De acordo com Roger Garaudy, são considerados precursores da dança moderna:
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A grande questão é que, quando fazemos teatro, trabalhamos atitudes de respeito e de convivência, não com sermões, não com noções digamos de jardinagem ou de biologia, mas com o próprio teatro. O recurso que temos para trabalhar o respeito, as questões de ética e de tolerância são os próprios elementos teatrais, ou seja, basicamente o jogo, a potência da dinâmica lúdica. Jogo sim, jogo sempre! A ludicidade, isto é, a capacidade de transformar e de fazer um objeto virar uma bandeja onde eu sirvo um belo coquetel constitui situações de puro teatro.
Fonte: PUPO, M. L. S. B. Teatro e Educação Formal. In:
Coradesqui, Glauber (Org). Teatro na Escola.
Experiências e Olhares. Brasilia: Fundação Athos Bulcão,
2010: 10-18.
A respeito do exposto é possível inferir que
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Leda Muhana Iannitelli (2000) apresenta como fases do desenvolvimento coreográfico a geração, interpretação, exploração, seleção, avaliação e estruturação de movimentos.
Com base nessas fases, sobre processos coreográficos contemporâneos, é correto afirmar.
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