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O primeiro Governador do Território Federal do Rio Branco, Ene Garcez Reis, visava promover um verdadeiro desenvolvimento agrícola. Durante uma das tentativas, surgiu na região do atual Município de Mucajaí, um núcleo de famílias de emigrantes nordestinos, dando origem em 1951 a uma Colônia Agrícola, atual Município de Mucajaí. O topônimo é de origem indígena. Significa coco pequeno.

Fonte: Adaptado de IBGE, 2024. <disponível em:https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rr/mucajai/histórico>

Assinale a alternativa que indica o nome dessa Colônia Agrícola.

 

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Enunciado 3525010-1

Com base na crítica da charge, julgue os itens abaixo.

I – A charge revela o real acontecimento do dia 7 de setembro de 1822, mostrando que o grito de independência ou morte dado por D. Pedro I nunca ocorreu, o que houve foi um ruído de comunicação.

II – A charge sugere que a Independência do Brasil não foi um ato promovido e encabeçado por D. Pedro I.

III – A Charge sugere que D. Pedro I estava sendo pressionado gerando até “dor de barriga”

IV – O Ilustrador não coloca os personagens nas margens do Rio Ipiranga propositalmente para mostrar que o grito de independência não possou de um quadro.

Assinale a alternativa que indica somente os itens corretos.

 

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O Brasil foi agraciado com uma geração de poetas que deixaram suas marcas na cultura brasileira e muitos deles com expressão internacional, como Carlos Drumond de Andrade e Cecília Meireles, por exemplo. Assinale a alternativa que não indica um(a) poeta brasileiro(a):

 

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Nas favelas, no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?

Em 1987 essa foi a música nacional mais tocada nas rádios, porém ela foi composta em 1978 e pode-se dizer que quase 50 anos depois ela continua sendo atual. Assinale a alternativa que indica o nome do compositor dessa canção emblemática.

 

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A cada quatro anos, brasileiros apaixonados por esportes se colocam na frente das telas dos diversos dispositivos para assistirem ao maior evento esportivo do mundo, os jogos Olímpicos. Não importa se é praticante ou não do esporte, o que importa é sentir a emoção da disputa e torcer para os atletas brasileiros ganharem as tão sonhadas medalhas.

Na última edição dos jogos Olímpicos o Brasil superou o recorde de medalhas conquistadas em uma única edição, conquistando vinte e uma medalhas e terminando na ___ posição no ranking geral de medalhas. Assinale a alternativa que completa a lacuna corretamente.

 

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A cada quatro anos, brasileiros apaixonados por esportes se colocam na frente das telas dos diversos dispositivos para assistirem ao maior evento esportivo do mundo, os jogos Olímpicos. Não importa se é praticante ou não do esporte, o que importa é sentir a emoção da disputa e torcer para os atletas brasileiros ganharem as tão sonhadas medalhas.

Assinale a alternativa que indica o nome da cidade que sediará os jogos Olímpicos de 2024.

 

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O bitcoin superou o seu recorde histórico nesta terça-feira (5). O ativo chegou a ser cotado a US$ 69,2 mil (cerca de R$ 342,4 mil), acima do pico alcançado pela criptomoeda em novembro de 2021, quando atingiu cerca de US$ 69 mil (R$ 341,4 mil).

O movimento foi impulsionado pelo maior apetite de investidores por produtos relacionados a criptoativos negociados nas bolsas de valores dos Estados Unidos.

O interesse dos investidores pelas criptomoedas tem aumentado desde que a SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) aprovou 11 ETFs (fundos de índice) de bitcoin no final de janeiro.

A ascensão meteórica do bitcoin, que mais do que dobrou desde outubro do ano passado, marca um forte contraste com 2022, quando uma série de falências e escândalos corporativos diminuíram o apetite dos investidores pelo mercado.

Até a semana passada, os fluxos líquidos para os 10 maiores fundos spot (negociados para entrega imediata) somaram aproximadamente US$ 2,2 bilhões (R$ 10,9 bilhões). Fonte: Editorial, Bitcoin bate US$69,2mil e supera recorde histórico, G1, 2024.

<disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/03/05/bitcoin-recorde.ghtml>

Um dos motivos dessa retomada do preço do bitcoin com relação ao ano passado é porque está se aproximando um evento programado que diminui a recompensa dos mineradores e torna o criptoativo mais escasso, ou seja, quanto mais escasso um recurso, mais valioso ele é. Assinale a alternativa que indica o nome correto desse evento.

 

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O bitcoin superou o seu recorde histórico nesta terça-feira (5). O ativo chegou a ser cotado a US$ 69,2 mil (cerca de R$ 342,4 mil), acima do pico alcançado pela criptomoeda em novembro de 2021, quando atingiu cerca de US$ 69 mil (R$ 341,4 mil).

O movimento foi impulsionado pelo maior apetite de investidores por produtos relacionados a criptoativos negociados nas bolsas de valores dos Estados Unidos.

O interesse dos investidores pelas criptomoedas tem aumentado desde que a SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) aprovou 11 ETFs (fundos de índice) de bitcoin no final de janeiro.

A ascensão meteórica do bitcoin, que mais do que dobrou desde outubro do ano passado, marca um forte contraste com 2022, quando uma série de falências e escândalos corporativos diminuíram o apetite dos investidores pelo mercado.

Até a semana passada, os fluxos líquidos para os 10 maiores fundos spot (negociados para entrega imediata) somaram aproximadamente US$ 2,2 bilhões (R$ 10,9 bilhões). Fonte: Editorial, Bitcoin bate US$69,2mil e supera recorde histórico, G1, 2024.

<disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/03/05/bitcoin-recorde.ghtml>

Assinale a alternativa incorreta com relação ao Bitcoin.

 

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O conflito entre Israel e Hamas tem origem na disputa por territórios que já foram ocupados por diversos povos, como hebreus e filisteus, dos quais descendem israelenses e palestinos. Em diferentes momentos, guerras e ocupações, eles foram expulsos, retomaram terras, ampliaram e as perderam.

De acordo com o professor de direito e de Relações Internacionais Danilo Porfírio Vieira, desde o século 19, a comunidade judaica, principalmente na Europa, começou a se mobilizar em torno de uma ideia de nacionalidade e do retorno ao que considera seu território “bíblico”, perdido durante o Império Romano.

Quando o Império Otomano perdeu a 1ª Guerra, aquela região do Oriente Médio foi dividida entre franceses e britânicos. A região do Líbano e da Síria ficou sob controle da França e, regiões como Kuwait, Iraque, Jordânia e Palestina, sob colonização britânica. Nesse período, ganhou força entre os judeus refugiados pelo mundo a ideia de retornar à Palestina para criar um estado judaico.

“O projeto inicial era a compra de territórios de propriedades dentro de uma região que estava, desde a década de 1920, sob controle do Império britânico (Mandato Britânico da Palestina)”, afirma o pesquisador, com pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) sobre a “Irmandade Muçulmana”, organização que acabou gerando, na Palestina, o Hamas.

Na 2ª Guerra Mundial, com o Holocausto, a comunidade internacional voltou a discutir a ideia de um estado que abrigaria o povo judeu. Após o nascimento da Organização das Nações Unidas (ONU), o Estado de Israel foi criado. Isso se deu com o apoio dos norte-americanos e até mesmo do Brasil. Representantes internacionais também defendiam a criação do Estado Palestino.

Durante as negociações, o litoral setentrional ficou sob controle dos israelenses e, o meridional, dos palestinos. A região interiorana ao sul da Palestina foi para os israelenses. Por seu caráter histórico e por ser sagrada pra árabes, judeus e cristãos, Jerusalém iria se tornar uma cidade autônoma, dentro da Palestina e sob o jugo dos britânicos.

Diante de diversos impasses, houve a Guerra da Independência, em 1948, vencida por Israel com apoio principalmente dos norte-americanos. A tensão não reduziu. Israel passou a controlar 75% do território. O êxodo de palestinos se intensificou e milhões permanecem refugiados em outros países.

Na segunda metade do século 20, outras guerras com nações vizinhas àquela região, como Egito, Síria, Jordânia, Líbia, a chamada União Árabe, deram mais força para Israel, que ganharia o status e potência bélica. Entre as vitórias, a Guerra dos Seis Dias (entre 5 e 10 de junho de 1967), quando Israel enfrentou e sufocou os vizinhos.

Seis anos depois, em 1973, houve a Guerra do Yom Kippur, do Egito e Síria contra Israel. As conquistas territoriais de Israel em meio a guerras duplicaram o seu território. Mas deixou marcas.

Por isso, os povos palestinos reivindicam o seu estado independente e autonomia. Em 1993, houve um novo acordo (Oslo) entre israelenses e palestinos, com mediação americana e europeia, no qual ficou acertado o reconhecimento da Autoridade Palestina.

Em 1987, um grupo político palestino ligado ao movimento político islâmico sunita, chamado “Irmandade Muçulmana”, gerou o movimento Hamas.

Esse grupo não aceita a presença dos judeus e israelitas naquela região, tanto que o Hamas defendeu a aniquilação do estado de Israel nos anos 2000. O Hamas, inclusive, deu um golpe na Autoridade Palestina e passou a controlar a Faixa de Gaza, um território de pouco mais de 360 km quadrados superpopuloso com mais de 2,6 milhões de habitantes.

Por isso, a Autoridade Palestina não alcança Gaza. Outro território palestino, a Cisjordânia, está sob o controle do partido Fatah, com regiões ocupadas por colonos israelenses e controle militar do governo de Israel.

Fonte: Luiz Claudio Ferreira; Israel, Hamas, Palestina: entenda a guerra no Oriente Médio; Agência Brasil, 2023 <Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/israel-hamas-palestina-entenda-guerra-no-oriente-medio>

No texto diz que o Estado moderno de Israel foi criado pela ONU com apoio dos Estados Unidos da América e do Brasil. Esse apoio brasileiro foi fundamental e se materializou por meio do voto de um diplomata brasileiro a favor da criação do Estado de Israel na Resolução 181 da ONU. Assinale a alternativa correta que indica o nome desse diplomata.

 

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O conflito entre Israel e Hamas tem origem na disputa por territórios que já foram ocupados por diversos povos, como hebreus e filisteus, dos quais descendem israelenses e palestinos. Em diferentes momentos, guerras e ocupações, eles foram expulsos, retomaram terras, ampliaram e as perderam.

De acordo com o professor de direito e de Relações Internacionais Danilo Porfírio Vieira, desde o século 19, a comunidade judaica, principalmente na Europa, começou a se mobilizar em torno de uma ideia de nacionalidade e do retorno ao que considera seu território “bíblico”, perdido durante o Império Romano.

Quando o Império Otomano perdeu a 1ª Guerra, aquela região do Oriente Médio foi dividida entre franceses e britânicos. A região do Líbano e da Síria ficou sob controle da França e, regiões como Kuwait, Iraque, Jordânia e Palestina, sob colonização britânica. Nesse período, ganhou força entre os judeus refugiados pelo mundo a ideia de retornar à Palestina para criar um estado judaico.

“O projeto inicial era a compra de territórios de propriedades dentro de uma região que estava, desde a década de 1920, sob controle do Império britânico (Mandato Britânico da Palestina)”, afirma o pesquisador, com pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) sobre a “Irmandade Muçulmana”, organização que acabou gerando, na Palestina, o Hamas.

Na 2ª Guerra Mundial, com o Holocausto, a comunidade internacional voltou a discutir a ideia de um estado que abrigaria o povo judeu. Após o nascimento da Organização das Nações Unidas (ONU), o Estado de Israel foi criado. Isso se deu com o apoio dos norte-americanos e até mesmo do Brasil. Representantes internacionais também defendiam a criação do Estado Palestino.

Durante as negociações, o litoral setentrional ficou sob controle dos israelenses e, o meridional, dos palestinos. A região interiorana ao sul da Palestina foi para os israelenses. Por seu caráter histórico e por ser sagrada pra árabes, judeus e cristãos, Jerusalém iria se tornar uma cidade autônoma, dentro da Palestina e sob o jugo dos britânicos.

Diante de diversos impasses, houve a Guerra da Independência, em 1948, vencida por Israel com apoio principalmente dos norte-americanos. A tensão não reduziu. Israel passou a controlar 75% do território. O êxodo de palestinos se intensificou e milhões permanecem refugiados em outros países.

Na segunda metade do século 20, outras guerras com nações vizinhas àquela região, como Egito, Síria, Jordânia, Líbia, a chamada União Árabe, deram mais força para Israel, que ganharia o status e potência bélica. Entre as vitórias, a Guerra dos Seis Dias (entre 5 e 10 de junho de 1967), quando Israel enfrentou e sufocou os vizinhos.

Seis anos depois, em 1973, houve a Guerra do Yom Kippur, do Egito e Síria contra Israel. As conquistas territoriais de Israel em meio a guerras duplicaram o seu território. Mas deixou marcas.

Por isso, os povos palestinos reivindicam o seu estado independente e autonomia. Em 1993, houve um novo acordo (Oslo) entre israelenses e palestinos, com mediação americana e europeia, no qual ficou acertado o reconhecimento da Autoridade Palestina.

Em 1987, um grupo político palestino ligado ao movimento político islâmico sunita, chamado “Irmandade Muçulmana”, gerou o movimento Hamas.

Esse grupo não aceita a presença dos judeus e israelitas naquela região, tanto que o Hamas defendeu a aniquilação do estado de Israel nos anos 2000. O Hamas, inclusive, deu um golpe na Autoridade Palestina e passou a controlar a Faixa de Gaza, um território de pouco mais de 360 km quadrados superpopuloso com mais de 2,6 milhões de habitantes.

Por isso, a Autoridade Palestina não alcança Gaza. Outro território palestino, a Cisjordânia, está sob o controle do partido Fatah, com regiões ocupadas por colonos israelenses e controle militar do governo de Israel.

Fonte: Luiz Claudio Ferreira; Israel, Hamas, Palestina: entenda a guerra no Oriente Médio; Agência Brasil, 2023 <Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/israel-hamas-palestina-entenda-guerra-no-oriente-medio>

No dia dezessete de fevereiro de dois mil e vinte quatro, o Presidente do Brasil Luiz Inácio da Silva, fez uma declaração sobre o conflito que repercutiu negativamente no Brasil e no mundo, recebendo nota de repúdio de diversas instituições. Assinale a alternativa correta com relação ao teor dessa declaração.

 

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