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Durante debates realizados pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) sobre os impactos das mudanças climáticas no Estado e a participação do Brasil na COP30, foi mencionado o mecanismo internacional chamado “perdas e danos” (Loss and Damage). Esse mecanismo está relacionado a (à)/(ao):
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Em 2025, o cenário econômico global tem sido marcado por tensões comerciais e políticas protecionistas, especialmente após a reeleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Considerando esse contexto, qual das alternativas abaixo melhor descreve uma consequência dessas políticas para o Brasil e outros países emergentes?
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Qual das alternativas relaciona corretamente o cargo público com uma autoridade que o ocupa ou ocupava, em 2025?
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Nos últimos anos, a humanidade tem enfrentado relevantes transformações causadas pela evolução tecnológica, pelas crises ambientais e pelas mudanças sociais. Considerando esses aspectos, qual das alternativas abaixo aponta corretamente um impacto atual dessas transformações na vida das populações ao redor do mundo?
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O município de Piratuba/SC, conhecido por suas águas termais, teve sua origem ligada diretamente à construção de uma ferrovia no início do século XX. Qual foi a principal ferrovia responsável pelo surgimento do município?
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Atualmente, a humanidade enfrenta sérios desafios ambientais, como o aquecimento global que já ultrapassou 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais, intensificando eventos climáticos extremos. Assim, assinale a alternativa que representa uma ação concreta de mitigação dos efeitos do aquecimento global.
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Na década de 1980, novos agentes econômicos entram em cena na disputa pela ocupação da Amazônia maranhense. A descoberta de jazidas de minério na serra do Carajás no Pará no final da década de 1960 acentuou o interesse de grupos políticos e econômicos para o oeste do Maranhão. Em virtude da magnitude das reservas descobertas e considerando os interesses estratégicos do Estado brasileiro, o governo militar, através da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), associou-se à United States Steel e criou, em abril de 1970, a Amazônia Mineração S/A para exploração de minérios. Em 1977, ela acaba se retirando do projeto ficando o capital da Amazônia Mineração S/A integralmente pertencente à CVRD, que, já em 1978, iniciou as obras de implantação do Projeto Ferro Carajás (PFC). Desde então, o projeto foi executado como prioridade de governo, e, em 1985, a mesma começou a exportar minério de ferro.
(MELO, Irisnete Santos de.Uma tragédia em três atos: As estratégias de ocupação e reterritorialização da Amazônia maranhense entre as décadas de 1960-1980. ANPUH – Brasil. Simpósio Nacional de História, Recife, 2019)
A implantação da Amazônia Mineração S/A fez parte de um projeto que a princípio reuniu
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TEXTO 1
O tambor de crioula felizmente continua muito vivo e atuante em São Luís e em todo o Estado. Temores previstos na época da pesquisa de que o incentivo ao turismo poderia contribuir para a breve descaracterização desta manifestação cultural não se concretizaram. Ao lado de apresentações turísticas [...] continuam a ser realizados pagamentos de promessa do catolicismo popular e do tambor de mina, com a realização de festas de tambor de crioula. [...] Hoje a intelectualidade jovem do Maranhão está descobrindo e valorizando o tambor de crioula como forma de divertimento, como objeto de estudo e como importante manifestação da cultura popular maranhense.
(FERRETTI, Sergio (Org.) Tambor de Crioula. Ritual e Espetáculo. 3. ed. São Luís: Comissão Maranhense de Folclore, 2002, p. 12)
TEXTO 2
A ligação feita entre tambor de crioula, santos e entidades foi mencionada em todos os grupos. Alguns afirmaram que a prática do tambor só se justifica se em louvor a São Benedito, ou outro santo festejado. Outros consideravam que o tambor é uma festa, uma diversão, logo a presença do santo só é necessária quando se está pagando promessa. Para alguns, apenas santos católicos. Já outros reverenciam santos, entidades de cultos afro, sobretudo do tambor de mina. Esta última distinção acompanha também a forma de dançar. Muitas coreiras reclamam de companheiras que “dançam tambor de crioula como se estivessem dançando mina”.
(RAMASSOTE, Rodrigo Martins. Dossiê do Registro do tambor de crioula. Iphan, 2006, p. 32)
É possível inferir, mediante a leitura dos textos, que o Tambor de Crioula é uma manifestação da cultura
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Essa realidade é bem mais acentuada no campo maranhense, principalmente em razão do crescente processo desenvolvimentista de industrialização que influencia a chegada de grandes projetos e do agronegócio no meio rural e ocasiona um cerceamento de acesso aos territórios, comprometendo a reprodução familiar de muitos trabalhadores (as) rurais. Outro fato é que tais trabalhadores não conseguem ser inseridos no modelo de produtividade da agricultura moderna, em razão da baixa escolaridade e pouca qualificação profissional, o que contribui decisivamente tanto para o quadro de indigência referente às relações de trabalho quanto para os deslocamentos compulsórios da população pobre. Essa nova dinâmica instaurada no campo maranhense é um fator preponderante para a migração de trabalhadores (as) rurais, que buscam, mesmo que precariamente, a inserção no mercado de trabalho, e que pode resultar em condições análogas à de escravos, conforme previsto no artigo 149 do Código Penal Brasileiro.
(MOURA, Flávia de Almeida; SOUSA, Joyce Érica Amaral; MELO, Rafael Passos de. Migração e pobreza: notas sobre o trabalho escravo contemporâneo na baixada maranhense. São Luís: EDUFMA, 2022, p.168)
O Maranhão carrega o deplorável título de maior fornecedor de mão de obra submetida a condições análogas à escravidão. A busca desses trabalhadores em situações, muitas vezes precárias, explica-se pela (o):
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De Teresina a São Luís
Peguei o trem em Teresina
Pra São Luís do Maranhão
Atravessei o Parnaíba
Ai, ai que dor no coração
O trem danou-se naquelas brenhas
Soltando brasa, comendo lenha
Comendo lenha e soltando brasa
Tanto queima como atrasa
Tanto queima como atrasa
Bom dia, Caxias, .
Terra morena de Gonçalves Dias
Dona Sinhá avisa pra seu Dá
Que eu tô muito avexado
Dessa vez não vou ficar
O trem danou-se naquelas brenhas
Soltando brasa, comendo lenha
Comendo lenha e soltando brasa
Tanto queima como atrasa
Tanto queima como atrasa
Boa tarde, Codó, do folclore e do catimbó
Gostei de ver cabrochas de bom trato
Vendendo aos passageiros
"De comer" mostrando o prato
O trem danou-se naquelas brenhas
Comendo lenha e soltando brasa
Tanto queima como atrasa
Tanto queima como atrasa
Alô Coroatá, os cearenses acabam de chegar
Pra meus irmãos uma safra bem feliz
Vocês vão para Pedreiras e eu vou pra São Luís.
(De Teresina a São Luís. Composição: Helena Gonzaga e João do Vale. RCA Victor, 1962.)
A letra da conhecida música composta por João do Vale e cantada por tantos outros destaca de maneira bastante afetiva:
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