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Foram encontradas 49 questões.

2044832 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

Considere o trecho escrito com base nas ideias do texto:

O senso comum atribui a máxima ________________ relativiza o impacto diante da morte a Stálin, ainda que não esteja totalmente clara _____________ relação desse personagem histórico com essa afirmação. O fato é que esse discurso remete ___________ uma característica fundamental da psique humana, a habituação, ______________ já são bem conhecidos os efeitos positivos assim como os de natureza menos louvável.

Em atendimento à norma-padrão da língua, as lacunas do trecho devem ser preenchidas, respectivamente, com:

 

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2044831 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à concordância nominal e verbal estabelecida pela norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2044830 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

A expressão destacada na seguinte alternativa exprime ideia de finalidade:

 

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2044829 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

Considere as frases a seguir:

...nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. (3º parágrafo)

...a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada... (último parágrafo)

Os termos destacados nas frases estão empregados, respectivamente, com sentidos de

 

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2044828 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

Para o autor, um resultado prático do lado negativo da habituação pode ser exemplificado com

 

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2044827 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

A relação de oposição que se estabelece no período — “Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. — permanece preservada com o acréscimo da expressão destacada em:

 

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2044826 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.


Vivendo com a tragédia

“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.

Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.

O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.

Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.

O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.



(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)

Conforme o texto, a definição da habituação como uma forma de aprendizado se deve ao fato de se tratar de

 

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2044825 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Língua PORTUGUESA

Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.


enunciado 1616695-1

(Duke. https:/Awww.otempo.com.br/charges/. 21.04-2021)

Para responder às questões de números 02 e 03, considere a fala:

  1. Mas pra gente vai continuar de portas fechadas!

Assinale a alternativa em que, com a inserção das virgulas, a redação atende à norma-padrão de pontuação da língua portuguesa.

 

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2044824 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: AC Carmargo

Língua PORTUGUESA

Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.


enunciado 1616694-1

(Duke. https:/Awww.otempo.com.br/charges/. 21.04-2021)

Para responder às questões de números 02 e 03, considere a fala:

  1. Mas pra gente vai continuar de portas fechadas!

O termo “Mas” e a forma verbal “vai continuar”, ambos em destaque, estão corretamente substituídos, sem prejuízo de sentido ao texto, em:

 

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