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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
No Brasil há diferentes tipos de exploração leiteira, onde existe um tipo de produção que é obrigatório possuir equipamento para ordenha mecânica, pré-filtragem e bombeamento até tanque de expansão, o qual deve estar localizado na dependência de beneficiamento e envase, em circuito fechado. Além disso, não é permitida ordenha manual ou ordenha mecânica em sistema semifechado, tipo “balde-ao-pé” ou similar. A ordenhadeira, as tubulações, as bombas sanitárias e outros equipamentos devem ser em aço inoxidável, vidro, fibra de vidro ou materiais que garantam facilidade de sanitização mecânica e conservação. É recomendada também a instalação de coletores individuais de amostra no equipamento de ordenha. Estas exigências são obrigações do produtor de leite tipo:
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TEXTO I
2.1. DEFINIÇÃO: Entende-se por mel, o produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas, a partir do néctar das flores ou das secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem, transformam, combinam com substâncias específicas próprias, armazenam e deixam maturar nos favos da colmeia.
REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL “IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL”. MERCOSUL/GMC/RES. N. 56/99.
TEXTO II
UM MEL SEM RG
Antes da chegada das abelhas europeias e africanas, voavam tranquilas pela flora brasileira uruçus, mandaçaias, tiúbas e jataís. Abelhas indígenas sem ferrão, medo não causavam. Seus méis eram os únicos disponíveis e alimentavam quem se dispunha a coletá-los em troncos ocos e ninhos no chão.
Decerto não há um mel igual ao outro, pela variedade de espécies e pela localização geográfica. Mas, uma vez provado o das meliponíneas, difícil se satisfazer novamente com o sabor do das introduzidas Apis melliferas, produzido em larga escala no Brasil por abelhas africanizadas e encontrado em qualquer supermercado.
O curioso é que o produto das abelhas indígenas sem ferrão, nativas do Brasil, não pode ser chamado "simplesmente de mel". "A norma do Mercosul, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do mel, define que mel é um produto oriundo de abelhas melíferas, que remete à Apis mellifera", diz Carlos Turchetto Junior, 28, chefe da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados, Mel e Produtos Apícolas do Ministério da Agricultura. "[O das abelhas indígenas] Não é mel, porque a composição é muito diferente, é específico da América do Sul. Ao se chamar simplesmente de mel, estará se referindo ao de Apis."
Até 2004 o manejo de abelhas indígenas era proibido, por serem espécies selvagens. "Quem a domesticava e fazia colmeia podia ser preso, crime inafiançável. Olha o absurdo. Tínhamos um patrimônio nacional, único no mundo, com diferencial, e proibia-se o uso para apenas permitir o da Apis mellifera", diz Roberto Smeraldi, 49, diretor da Oscip Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. "Saímos da clandestinidade da criação, porém estamos nessa transição. Pode-se manejar e produzir mel, mas não há um RG para ele. É um produto sem nome nem sobrenome. Não pode ser chamado de mel."
O regulamento em vigor, de 1952, está em revisão. "Esperamos que a nova versão seja publicada até o final do ano. Lá está previsto o mel de abelha indígena", diz Turchetto Junior.
FIDALGO, Janaína. Um mel sem RG. Folha Online. 6 ago 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0608200916.htm>. Acesso em: 28 ago. 2009.
TEXTO III
Melífero. [Do latim melliferu.] Adj. 1. Que dá, ou produz mel: planta melífera; (...). 2. Próprio de mel.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. p. 1312.
Pode-se afirmar que, entre as ideias do texto II, destaca-se a de que
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A ocupação do território brasileiro relacionou-se a diversos ciclos econômicos, durante os quais a produção e a exploração econômica dinamizaram e impulsionaram o desenvolvimento populacional. Nesse sentido, a ocupação da região Centro-Oeste foi resultado
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Sobre a importância do processo de higienização para a produção de alimentos seguros, é CORRETO afirmar:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
A Organização das Nações Unidas de Alimento e Agricultura:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
No planejamento e organização da produção da propriedade agrícola para uma exploração sustentável, é imprescindível:
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TEXTO I
2.1. DEFINIÇÃO: Entende-se por mel, o produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas, a partir do néctar das flores ou das secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem, transformam, combinam com substâncias específicas próprias, armazenam e deixam maturar nos favos da colmeia.
REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL “IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL”. MERCOSUL/GMC/RES. N. 56/99.
TEXTO II
UM MEL SEM RG
Antes da chegada das abelhas europeias e africanas, voavam tranquilas pela flora brasileira uruçus, mandaçaias, tiúbas e jataís. Abelhas indígenas sem ferrão, medo não causavam. Seus méis eram os únicos disponíveis e alimentavam quem se dispunha a coletá-los em troncos ocos e ninhos no chão.
Decerto não há um mel igual ao outro, pela variedade de espécies e pela localização geográfica. Mas, uma vez provado o das meliponíneas, difícil se satisfazer novamente com o sabor do das introduzidas Apis melliferas, produzido em larga escala no Brasil por abelhas africanizadas e encontrado em qualquer supermercado.
O curioso é que o produto das abelhas indígenas sem ferrão, nativas do Brasil, não pode ser chamado "simplesmente de mel". "A norma do Mercosul, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do mel, define que mel é um produto oriundo de abelhas melíferas, que remete à Apis mellifera", diz Carlos Turchetto Junior, 28, chefe da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados, Mel e Produtos Apícolas do Ministério da Agricultura. "[O das abelhas indígenas] Não é mel, porque a composição é muito diferente, é específico da América do Sul. Ao se chamar simplesmente de mel, estará se referindo ao de Apis."
Até 2004 o manejo de abelhas indígenas era proibido, por serem espécies selvagens. "Quem a domesticava e fazia colmeia podia ser preso, crime inafiançável. Olha o absurdo. Tínhamos um patrimônio nacional, único no mundo, com diferencial, e proibia-se o uso para apenas permitir o da Apis mellifera", diz Roberto Smeraldi, 49, diretor da Oscip Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. "Saímos da clandestinidade da criação, porém estamos nessa transição. Pode-se manejar e produzir mel, mas não há um RG para ele. É um produto sem nome nem sobrenome. Não pode ser chamado de mel."
O regulamento em vigor, de 1952, está em revisão. "Esperamos que a nova versão seja publicada até o final do ano. Lá está previsto o mel de abelha indígena", diz Turchetto Junior.
FIDALGO, Janaína. Um mel sem RG. Folha Online. 6 ago 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0608200916.htm>. Acesso em: 28 ago. 2009.
TEXTO III
Melífero. [Do latim melliferu.] Adj. 1. Que dá, ou produz mel: planta melífera; (...). 2. Próprio de mel.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. p. 1312.
O período “Até 2004 o manejo de abelhas indígenas era proibido, por serem espécies selvagens“ pode ser rescrito da seguinte forma SEM que se altere a relação de causalidade nele presente:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Em rebanhos comerciais, o sistema de monta mais primitivo utilizado é aquele em que o touro permanece com o rebanho todo o ano. No sistema de criação extensivo de bovinos de corte, a fertilidade do rebanho apresenta variações vinculadas às condições climáticas. O estabelecimento de uma estação de monta limitada é uma decisão importante e de grande impacto na fertilidade. Tendo em vista a viabilidade da estação de monta, é CORRETO afirmar:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
O consumo de forragem diretamente nas pastagens na forma de pastejo é a maneira mais econômica de se alimentar um rebanho bovino. No entanto, a estacionalidade de produção de forragens contribui para a ineficiência do processo produtivo para os diversos sistemas de produção a pasto. Para minimizar os efeitos desta estacionalidade de produção de forragem, pode-se adotar a técnica de conservação de plantas forrageiras em forma de silagem. Essa técnica pode apresentar alguns benefícios, visto que
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Nos primeiros dias de vida dos pintos é importante o uso de círculo de material que seja flexível com altura máxima de 60 cm. O objetivo deste manejo é proteger as aves contra as mudanças de temperatura, facilitar sua adaptação ao ambiente, mantêlas próximas da fonte de calor, dos bebedouros e da ração, evitando correntes de ar, e formar lotes menores, facilitando o trabalho de inspeção do tratador. Sobre o comportamento dos pintos no interior do círculo, é CORRETO afirmar:
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