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Foram encontradas 90 questões.

1743607 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

Carlos está pensando em um número e pediu que seu amigo Marcos o “adivinhasse”. Disse-lhe: “Se adicionarmos 10 ao dobro do número que estou pensando e dividirmos o resultado por 12, obteremos 3”. Então, o número em que Carlos pensou é

 

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1724822 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

A violência contra a mulher

A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.

O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.

Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.

Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.

(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo termo destacado seja um exemplo de advérbio de modo.

 

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1710187 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

No Microsoft Office Outlook 2007, em sua configuração padrão, quando o arquivo de pasta pessoal (.pst) do Outlook encontra-se com problemas ou corrompido, assinale a alternativa que apresenta a ferramenta de reparo da própria Microsoft Office que pode ser usada para solucionar o caso.

 

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1683402 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

A violência contra a mulher

A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.

O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.

Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.

Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.

(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo termo destacado seja um exemplo de acentuação de palavra oxítona.

 

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1670870 Ano: 2017
Disciplina: Arquivologia
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

O arquivamento de nomes obedece a algumas regras chamadas de regras de alfabetação. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.

 

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1665663 Ano: 2017
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

De acordo com a Lei Complementar n.º 101/2000, artigo 5º, o projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

 

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1654859 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

Quando se está navegando pelo Internet Explorer 11, em sua configuração padrão, e deseja localizar, rapidamente, alguma palavra ou texto no site ou em algum documento dentro dele, basta acionar a combinação de teclas

 

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1641009 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

É um arquivo eletrônico que funciona como se fosse uma assinatura digital, com validade jurídica, e que garante proteção às transações eletrônicas e outros serviços via internet, de maneira que pessoas (físicas e jurídicas) se identifiquem e assinem digitalmente, de qualquer lugar do mundo, com mais segurança e agilidade. Trata-se do

 

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1638118 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

“As mais simples e indivisíveis unidades de competência a serem expressadas por um agente, previstas em número certo, com denominação própria, retribuídas por pessoas jurídicas de direito público e criadas por lei”.

(MELLO, Celso Antônio Bandeira).

O texto acima se refere ao conceito de

 

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1638038 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

Tenha um plano para romper a estagnação no trabalho

Está há mais de dois anos em uma mesma função na empresa, sem assumir novos projetos?

Pode ser um sinal de que o funcionário caiu em uma zona de estagnação. Para ele, é a hora de reavaliar as próprias atitudes ou até de trocar de emprego.

O ciclo em uma função costuma durar 24 meses: um ano para aprender, o restante para mostrar resultados, afirma Ana Paula Montanha, especialista em recrutamento da Jobplex no Brasil.

“Depois, é hora de mostrar os resultados para o chefe e perguntar qual será o próximo passo”.

Carreira Encalhada

Não ser chamado para participar de discussões e projetos novos ou ser preterido em promoções são sinais de que o profissional está ficando para trás. Mas, em alguns casos, não é fácil perceber que a carreira encalhou.

“Aparentemente, está tudo bem. O funcionário é elogiado, tem boas avaliações e se relaciona bem”, diz Joel Dutra, coordenador do programa de estudos em gestão de pessoas da FIA. “Mas ele pode ter perdido a visão crítica sobre seu trabalho”.

O jeito é conhecer outras empresas, fazer contatos fora da organização ou até tirar férias para abrir a cabeça e avaliar de forma realista a própria situação profissional, para perceber se está ou não em desenvolvimento.

Para subir de nível, é preciso se mexer. "Não adianta esperar a companhia tomar atitude, o indivíduo deve ser responsável por sua ascensão", diz Anna Scofano, mentora de carreiras da FGV.

O primeiro passo é estipular metas e descobrir o que pode ser feito para alcançá-las. De preferência, alinhadas com os seus pontos fortes.

(Folha de S. Paulo, 05.11.2017).

Estar há mais de dois anos na mesma função na empresa pode significar

 

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