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Gomes (2007) afirma que em sociedades nas quais a política é secularizada no nível do consumível, a esfera política é devassada assim como a vida das celebridades, cada vez mais expostas a hiperexposição. Sobre esse processo, é correto afirmar, EXCETO:
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A teoria que realça o caráter processual da comunicação, que é analisada quer na sua dinâmica interna, quer nas suas relações com outros processos comunicativos, anteriores ou contemporâneos e na qual se evidenciam a interação e a interdependência dos fatores que entram em jogo no processo de influência, corresponde a
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Analise as afirmativas abaixo, de acordo com a Teoria da Informação de Shannon e Weaver:
- A origem do modelo baseia-se na engenharia das telecomunicações, principalmente nas disciplinas matemática, estatística e física.
- É essencialmente uma teoria sobre a transmissão ótima das mensagens da fonte ao destinatário.
- A finalidade operativa é passar, através de um canal, o máximo de informação com o mínimo de distorção.
- O código serve para aumentar a equiprobabilidade inicial da fonte, estabelecendo um sistema de recorrências.
- A informação em termos quantitativos se confunde com o significado, valor atribuído a partir de um código.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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Sobre o poder dos meios de comunicação nas teorias que completam a revisão crítica da teoria hipodérmica, é correto afirmar, EXCETO:
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Para Wolf (1999) a divisão entre os dois campos de pesquisa (estudos americanos e europeus) nem sempre foi positiva para o entendimento sobre os processos comunicativos. Sobre essas escolas, analise as afirmativas abaixo:
- Para a teoria crítica, a indústria cultural anula toda individualidade e ideia de resistência.
- Para os estudos americanos, os mass media contribuem para integrar o indivíduo na vida social, no consumo e na apreensão das políticas governamentais.
- A teoria crítica entende que os espectadores devem ser tomados como fontes credíveis para se conhecerem os processos comunicacionais.
- Os estudos americanos se desenvolveram em pressupostos que consideraram a manipulação, a persuasão, os efeitos e as funções da comunicação.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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Sírio Possenti
1º § Tostão, o que foi jogador de futebol, abandonou a carreira por causa de problemas em seu olho, fruto de uma bolada. Estudou medicina, psicanálise, foi professor. Abandonou esta nova carreira há uns dez anos (ou mais?) para tornar-se comentarista esportivo (na TV), espaço que também abandonou. Há alguns anos é colunista da Folha, que o publica duas vezes por semana.
2º § Na coluna de 13/10/2013, afirma sobre si mesmo que é um colunista que foi jogador, não um jogador que se tornou colunista. E se queixa de que tem gente que não entende.
3º § Analisa futebol. De vez em quando, cita poemas e evoca a psicanálise. Alguns o consideram um estilista da língua, outros elogiam sua perspicácia, incluindo sua análise estranha do idiomatismo “correr atrás do prejuízo”, que ele acha um erro, porque ninguém faria isso, isto é, correr atrás do prejuízo. Mas isso é argumento? Mas esqueceu que se trata de um idiomatismo. Também não chove a cântaros e ninguém bate um papo, literalmente.
4º § Sem dúvida, Tostão é uma boa fonte para o português culto de hoje. É um representante da cultura e escreve profissionalmente. Com um viés regional, claro, mas uma língua falada em território(s) tão extenso(s) há de ter vários padrões.
5º § Uma de suas marcas é a ausência dos pronomes em casos como “formei em medicina”. Não tenho certeza absoluta (isto é, não disponho de dados quantitativos), mas diria que Minas - em algumas regiões, pelo menos - é onde esta variante inovadora está mais assentada. E é culta, não apenas popular, como se poderia pensar. Tanto que Tostão a emprega em suas colunas.
6º § Outra marca que se espalha cada vez mais, e que está firme em Minas (mas não só lá) é a chamada relativa cortadora. Tostão forneceu bons exemplos em sua coluna de 9/10/13, na mesma Folha (Esporte, p. D4). Escreveu:
7º § “Parafraseando o poeta (ele cita muito Fernando Pessoa), “Tabacaria” pode não ser o mais belo poema da literatura universal, mas é, para mim, o mais belo, pois é o que mais gosto”. Depois: “Já o Cruzeiro não é o mais belo time do Brasileiro somente porque é o time que mais gosto e que tenho mais laços afetivos”.
8º § Cortadora é a adjetiva que elimina a preposição. Em vez das formas “de que mais gosto” e “com que / com o qual tenho mais laços”, ocorrem as formas “que mais gosto” e “que tenho mais laços”.
9º § Uma observação importantíssima: quem usa essas formas não diz “gosto isso” (diz “gosto disso”) nem “tenho ele mais laços afetivos” (diz “com o qual tenho…”). Ou seja: a queda da preposição só ocorre nas relativas. É uma regra sofisticada!
10º § Já se pensou que esta variante ocorria apenas ou predominantemente nas regiões rurais. Mas ela se espalha cada vez mais. Tarallo (A pesquisa sociolinguística, São Paulo, Ática) pesquisou a ocorrência das relativas desde 1725. Quantificou a ocorrência das diversas formas e descobriu que a cortadora ocorria muito pouco em 1725. Sua presença nos documentos foi aumentando paulatinamente até 1825. Desde então, cresce vertiginosamente: sua ocorrência é de cerca de 70% já em 1880!
11º § É evidente, mas é bom anotar, que os dados analisados por Tarallo são todos de língua escrita. E é provável que os números fossem mais altos na língua falada também naquele tempo, como são claramente hoje.
12º § As outras relativas, além da cortadora, são a ainda considerada padrão (do tipo “o time de que mais gosto”) e a que retém o pronome pessoal - como se redobrasse o nome retomado por “que” ou “qual” (como em “o time que mais gosto dele”).
13º § A história da língua revela, quase sem exceções, que, para cada alternativa (variante), existe documentação antiga. Ou seja, praticamente não se inventa nada quando parece que se “criam” novas formas de falar. Dizendo melhor: quando parece que se cria alguma forma nova, ou ela é velha ou resulta da aplicação de uma regra antiga.
(Disponível em:
Acesso em 25 out. 2013). II. As orações relativas são, para o autor, um tema recorrente.
III. Na maioria das vezes, o que é visto como inovação linguística é fenômeno preexistente, historicamente arraigado na língua.
Tendo em conta as afirmativas acima, pode-se dizer que, a partir da leitura do texto, são CORRETAS:
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- Princípios Fundamentais da ConstituiçãoForma de Estado e Governo, Sistema de Governo e Regime Político
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