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“(...) a coisa tem o caráter não de uma entidade fechada para o
exterior, que se situa no e contra o mundo, mas de um nó cujos fios
constituintes, longe de estarem nele contidos, deixam rastros e são
capturados por outros fios noutros nós. Numa palavra, as coisas
vazam, sempre transbordando das superfícies que se formam
temporariamente em torno delas.” (Ingold, T.. (2012). Trazendo as coisas de volta à vida: emaranhados criativos num
mundo de materiais. Horizontes Antropológicos, 18(37), 25–44)
Nesse fragmento, Tim Ingold estabelece uma distinção entre os conceitos de
Nesse fragmento, Tim Ingold estabelece uma distinção entre os conceitos de
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“Assim, embora de um ponto de vista teórico atores humanos
codifiquem as coisas por meio de significações, de um ponto de
vista metodológico são as coisas em movimento que elucidam seu
contexto humano e social.” (Appadurai, Arjun. Introdução: Mercadorias e a política de valor. In: A vida social das
coisas: as mercadorias sob perspectiva cultural. Niterói: EdUFF, 2008, p.17)
Neste trecho, o antropólogo Arjun Appadurai propõe o seguinte objeto etnográfico:
Neste trecho, o antropólogo Arjun Appadurai propõe o seguinte objeto etnográfico:
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A obra de Roberto Cardoso de Oliveira é um marco no campo de
estudos da etnologia brasileira. Entre suas contribuições está a
elaboração de um conceito que teve amplas repercussões para a
antropologia nacional. Oliveira define tal conceito nos seguintes
termos:
“o contato entre grupos tribais e segmentos da sociedade brasileira, caracterizados por seus aspectos competitivos e, no mais das vezes, conflituais, assumindo esse contato muitas vezes proporções “totais”, i.e., envolvendo toda a conduta tribal e não tribal que passa a ser moldada pela situação de fricção interétnica. Entretanto, essa “situação” pode apresentar as mais variadas configurações [...]. Desse modo, de conformidade com a natureza socioeconômica das frentes de expansão da sociedade brasileira, as situações de fricção apresentarão aspectos específicos.”
(Oliveira, Roberto Cardoso. Estudo de áreas de fricção interétnica do Brasil (Projeto de Pesquisa). América Latina, v. 5, n. 3, p. 85-90, 1962.)
Assinale a opção que está relacionada ao conceito elaborado por Roberto Cardoso de Oliveira.
“o contato entre grupos tribais e segmentos da sociedade brasileira, caracterizados por seus aspectos competitivos e, no mais das vezes, conflituais, assumindo esse contato muitas vezes proporções “totais”, i.e., envolvendo toda a conduta tribal e não tribal que passa a ser moldada pela situação de fricção interétnica. Entretanto, essa “situação” pode apresentar as mais variadas configurações [...]. Desse modo, de conformidade com a natureza socioeconômica das frentes de expansão da sociedade brasileira, as situações de fricção apresentarão aspectos específicos.”
(Oliveira, Roberto Cardoso. Estudo de áreas de fricção interétnica do Brasil (Projeto de Pesquisa). América Latina, v. 5, n. 3, p. 85-90, 1962.)
Assinale a opção que está relacionada ao conceito elaborado por Roberto Cardoso de Oliveira.
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O inglês Alfred Gell é uma importante referência da antropologia
contemporânea nos estudos sobre arte e objetos. Parte de sua
produção está traduzida para o português e seus trabalhos têm
sido tema de resenhas e artigos de sistematização publicados no
Brasil.
Assinale a opção que contém quatro destacados conceitos desenvolvidos por Alfred Gell.
Assinale a opção que contém quatro destacados conceitos desenvolvidos por Alfred Gell.
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A teoria das práticas sociais de Pierre Bourdieu “tem por objeto
não apenas o sistema das relações objetivas que o modo de
conhecimento objetivista constrói, mas também as relações
dialéticas entre estas estruturas objetivas e as disposições
estruturadas pelas quais elas se atualizam e que tendem a
reproduzi-las, vale dizer o duplo processo de interiorização da
exterioridade e exteriorização da interioridade (…)”
(Miceli, Sergio. Introdução: a força do sentido. In: Bourdieu, Pierre. A economia das
trocas simbólicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 2011: XXXIX)
Com o conceito de habitus, Pierre Bourdieu resolve a dicotomia sociológica entre
Com o conceito de habitus, Pierre Bourdieu resolve a dicotomia sociológica entre
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No texto “Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo
ameríndio”, Eduardo Viveiros de Castro sintetiza a proposta de seu
ensaio nos seguintes termos:
“O tema deste ensaio é aquele aspecto do pensamento ameríndio que manifesta sua “qualidade perspectiva”: trata-se da concepção, comum a muitos povos do continente, segundo a qual o mundo é habitado por diferentes espécies de sujeitos ou pessoas, humanas e não-humanas, que o apreendem segundo pontos de vista distintos. Os pressupostos e conseqüências dessa idéia são irredutíveis ao nosso conceito corrente de relativismo, que à primeira vista parecem evocar.” (CASTRO, Eduardo Viveiros de. Os pronomes comoslógicos e o perspectivismo ameríndio. Mana, v. 2, 1996, p.115)
A proposta teórica do perspectivismo ameríndio de Eduardo Viveiros de Castro problematiza a seguinte dualidade clássica da teoria antropológica:
“O tema deste ensaio é aquele aspecto do pensamento ameríndio que manifesta sua “qualidade perspectiva”: trata-se da concepção, comum a muitos povos do continente, segundo a qual o mundo é habitado por diferentes espécies de sujeitos ou pessoas, humanas e não-humanas, que o apreendem segundo pontos de vista distintos. Os pressupostos e conseqüências dessa idéia são irredutíveis ao nosso conceito corrente de relativismo, que à primeira vista parecem evocar.” (CASTRO, Eduardo Viveiros de. Os pronomes comoslógicos e o perspectivismo ameríndio. Mana, v. 2, 1996, p.115)
A proposta teórica do perspectivismo ameríndio de Eduardo Viveiros de Castro problematiza a seguinte dualidade clássica da teoria antropológica:
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No livro “A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos”,
escrito por Bruno Latour e Steve Woolgar, os autores afirmam:
“A grande diferença entre a etnografia clássica e a das ciências reside no fato de que o campo da primeira confunde-se com um território, enquanto o da segunda toma a forma de uma rede.”
(LATOUR, Bruno; WOOLGAR, Steve. A vida de laboratório. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1997, p.31)
Essa formulação está relacionada à seguinte proposição teórico metodológica:
“A grande diferença entre a etnografia clássica e a das ciências reside no fato de que o campo da primeira confunde-se com um território, enquanto o da segunda toma a forma de uma rede.”
(LATOUR, Bruno; WOOLGAR, Steve. A vida de laboratório. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1997, p.31)
Essa formulação está relacionada à seguinte proposição teórico metodológica:
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“A meu ver, um trabalho etnográfico só terá valor científico
irrefutável se nos permitir distinguir claramente, de um lado, os
resultados da observação direta e das declarações e interpretações
nativas e, de outro, as inferências do autor, baseadas em seu
próprio bom senso e intuição psicológica. (…)
É necessária a apresentação desses dados para que os leitores
possam avaliar com precisão, num passar de olhos, quão
familiarizado está o autor com os fatos que descreve e sob que
condições obteve as informações dos nativos”. (Malinowski, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental.
São Paulo: Editora UBU, 2018: 57)
Neste trecho da introdução do livro Os Argonautas do Pacífico Ocidental, Bronislaw Malinowki apresenta
Neste trecho da introdução do livro Os Argonautas do Pacífico Ocidental, Bronislaw Malinowki apresenta
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Em 1922 foi publicada a obra Os Argonautas do Pacífico Ocidental,
de autoria de Bronislaw Malinowski, considerada um marco
fundacional do método etnográfico.
Na introdução desse livro, o autor afirma:
“Além do esboço firme da constituição tribal e dos atos culturais cristalizados que formam o esqueleto, além dos dados referentes à vida cotidiana e ao comportamento habitual que são, por assim dizer, sua carne e seu sangue, há ainda que se registrar o espírito dos nativos (…)”. (Malinowski, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Editora UBU, 2018: 80)
Assinale a opção que corresponde às orientações metodológicas oferecidas pelo autor.
Na introdução desse livro, o autor afirma:
“Além do esboço firme da constituição tribal e dos atos culturais cristalizados que formam o esqueleto, além dos dados referentes à vida cotidiana e ao comportamento habitual que são, por assim dizer, sua carne e seu sangue, há ainda que se registrar o espírito dos nativos (…)”. (Malinowski, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Editora UBU, 2018: 80)
Assinale a opção que corresponde às orientações metodológicas oferecidas pelo autor.
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José, servidor público da Assembleia Legislativa do Estado do
Maranhão não reincidente em falta funcional, fez uma crítica ao
Governador do Estado do Maranhão, com uso de palavras
depreciativas, em determinado despacho em processo
administrativo que estava sob sua condução.
Sobre a conduta de José, à luz do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Maranhão, é correto afirmar que
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