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NÃO É FALTA DE CORAÇÃO, MAS DE CÉREBRO.

Veja, 5 de julho, 2006

Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

A virtude apontada no segundo parágrafo do texto está vinculada:

 

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NÃO É FALTA DE CORAÇÃO, MAS DE CÉREBRO.

Veja, 5 de julho, 2006

Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

"capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos"; o autor empregou corretamente a forma sublinhada, não a confundindo com seu parônimo vultuosos. A alternativa abaixo que mostra uma troca indevida de parônimos é:

 

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NÃO É FALTA DE CORAÇÃO, MAS DE CÉREBRO.

Veja, 5 de julho, 2006

Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

Para dar a dimensão dos fundos da fundação Gates após a doação referida, o autor do texto a compara ao PIB do Peru; essa comparação funciona como bom argumento do texto porque:

 

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Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

O título do texto - Não é falta de coração, mas de cérebro - refere-se:

 

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Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

A alternativa em que a alteração do segmento destacado pode causar modificação em seu sentido

 

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1585380 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRJ
Orgão: ALES

Além dos métodos de levantamento de necessidades, existem indicadores que apontam necessidades futuras (a priori) e passadas (a posteriori). Indicadores a priori são eventos que, se acontecerem, provocarão futuras necessidades de treinamento, facilmente previstas, como:

 

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1585379 Ano: 2006
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRJ
Orgão: ALES

Plano de benefício orientado para previdência privada, constituído de cotas de um fundo de investimento que podem ser adquiridas pelo período mínimo de 10 anos, em que o participante pode optar entre resgatar o saldo ou receber uma renda mensal vitalícia e, se decidir sair antes de 1 ano, pagará 5% de IOF. Trata-se do/da:

 

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1585378 Ano: 2006
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRJ
Orgão: ALES

Plano de benefício orientado para previdência privada, indicado para trabalhador cuja empresa não tenha um fundo de pensão e cuja rentabilidade mínima é o IGPM + 6% ao ano, além do repasse (50% a 100%) do rendimento do fundo no qual o capital é aplicado. Trata-se do/da:

 

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1585377 Ano: 2006
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRJ
Orgão: ALES

Dentre os tipos de planos de benefícios orientados para previdência privada, aquele em que as contribuições são divididas entre a empresa e o empregado é:

 

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1585376 Ano: 2006
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRJ
Orgão: ALES

Dentre os tipos de planos de benefícios orientados para previdência privada, o plano de investimento destinado à aquisição de uma renda mensal vitalícia, em que o saldo final definirá o valor do benefício e que o resgate pode ser feito após 60 dias da aquisição, é:

 

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