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Foram encontradas 60 questões.

Ao pensarmos no Brasil contemporâneo, levantamos uma série de situações sociais e espaciais.

Sobre essas situações, é INCORRETO afirmar que:

 

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Na passagem dos anos 50 para os 60 começam a surgir manifestações que tomam corpo nos movimentos da Bossa Nova e do Cinema Novo. Neles buscam-se novas formas de expressão artística, capazes de integrar cultura, modernidade e desenvolvimento.

Mônica Velloso, 1991.

Na relação a seguir, indique o filme que NÃO faz parte do Cinema Novo:

 

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Na última década, o cinema brasileiro tem explorado o gênero documentário, tendo grande aceitação pelo público e pela crítica na medida em que trabalha temas recorrentes do dia a dia. Na relação a seguir, o filme que NÃO pertence a esse gênero é:
 

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Ao longo do século XX, no Brasil, as favelas foram pouco a pouco adquirindo visibilidade política, a ponto de se falar freqüentemente do "problema da favela". Passou, também, a ser tema importante nos estudos acadêmicos. Muitos desses olhares sobre a favela passaram a ver os "favelados" como "marginais sociais", "economicamente parasitários", "culturalmente desajustados" e "potencialmente subversivos". No entanto, a maior parte dos moradores das favelas brasileiras não pode ser assim considerada.

Com relação ao texto, analise as afirmativas a seguir:

I. os favelados não são parasitários porque são imprescindíveis à economia urbana;

II. os favelados não são desajustados porque na verdade se adaptam à grande cidade e acabam conhecendo-a melhor do que os integrantes da elite;

III. os favelados não são subversivos em potencial porque a maioria acaba votando em candidatos e partidos conservadores, contra seus próprios interesses de longo prazo.

É/são correta(s) a(s) afirmativa(s):

 

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" Fobópole... Criei esta palavra a partir de duas palavras gregas – phóbos, que significa medo, e polis, que significa cidade – com o objetivo de expressar o sentimento que cada vez mais temos perante as ... grandes cidades".

Marcelo Lopes de Souza, 2006.

Com relação ao texto, analise as afirmativas apresentadas a seguir:

I - Muros, cercas eletrificadas, guaritas com vigias armados, cancelas para fechar ruas, câmaras de TV: quem pode, paga por um aparato de segurança cada vez mais sofisticado, nas grandes cidades brasileiras.

II - O medo, em algumas grandes cidades, se associa à criminalidade "ordinária", enquanto em outras se vincula ao terrorismo ou à violência de raiz religiosa ou étnica.

III - Nas grandes cidades brasileiras, as quadrilhas organizadas, cujos "comandos" têm suas raízes nas prisões, funcionam como "cooperativas criminosas", capturam as favelas e atemorizam seus moradores.

Relaciona(m)-se corretamente com o texto a(s) afirmativa(s):

 

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As características essenciais do novo paradigma técnico-econômico, denominado "modelo de acumulação flexível", são, EXCETO:

 

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"Gates e Buffett doaram eles .......... .......... recursos para homens e mulheres .........."; a alternativa cuja seqüência preenche adequadamente as três lacunas desse período é:

 

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"restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro"; a forma de reescrever-se essa mesma frase que ALTERA o seu sentido é:

 

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"surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha"; nesse segmento do texto é obrigatória a presença da preposição EM antes do pronome relativo QUE. A alternativa abaixo que mostra uma frase ERRADAMENTE construída porque o pronome relativo deveria ser precedido de uma preposição é:

 

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NÃO É FALTA DE CORAÇÃO, MAS DE CÉREBRO.

Veja, 5 de julho, 2006

Nesta edição, VEJA traz uma reportagem sobre um aspecto fascinante do capitalismo americano: o da filantropia bilionária. Aos 75 anos, o investidor Warren Buffett, o segundo homem mais rico do mundo, decidiu doar 85% de sua fortuna (o equivalente a 37,4 bilhões de dólares) a cinco fundações. A maior parte desse dinheiro (30,7 bilhões) será transferida de forma escalonada para a fundação administrada por Bill Gates, o homem mais rico do mundo. A doação transforma a fundação de Gates numa potência filantrópica de proporções inéditas: 60 bilhões de dólares, cifra similar ao PIB do Peru e ao valor de mercado da Disney, uma das gigantes do mundo do entretenimento.

Essa nova fase da filantropia americana surge num contexto em que sobressaem uma virtude e uma falha. A virtude é o estágio atual do próprio sistema capitalista, capaz, em sua forma mais avançada, de gerar excedentes vultosos que retornam à sociedade pela mão de empresários conscientes e abnegados. A falha é dos governos e das instituições internacionais, como o Banco Mundial, que se mostraram ineficazes no combate à pobreza e às endemias do mundo. Pessoas como Buffett e Gates, portanto, indicam um caminho para supri-la.

A filantropia, é bom que se diga, faz parte da cultura americana desde o século XIX. Trata-se de uma atitude de origem religiosa que, com o passar dos anos, evoluiu para tornar-se parte fundamental das relações sociais naquele país. Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições. Calcula-se que 89% dos americanos façam algum tipo de contribuição financeira voluntária. Não é pouca coisa. Cerca de 75% do total de recursos doados nacionalmente vem de pessoas físicas. Esses números são altos porque existe também uma arquitetura fiscal que estimula a filantropia: doações individuais geram créditos tributários que podem ser deduzidos do imposto a pagar. É o contrário do que ocorre no Brasil. Por aqui, não há incentivos fiscais às pessoas que queiram fazer filantropia. Além disso, restrições legais quase intransponíveis dificultam a doação individual de dinheiro, equipamentos e livros para universidades públicas e outras instituições. É caro, difícil e arriscado driblar tais dificuldades. O coração dos brasileiros seria bem mais generoso se o cérebro dos governantes fosse mais ventilado.

"Hoje, nos Estados Unidos, mais pessoas doam a projetos sociais do que votam em eleições"; pode-se inferir desse segmento do texto que:

 

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