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(...) Enquanto a linguagem científica, ao mesmo tempo em que coibia qualquer afirmação inconsistente e subjetiva, moldava-se na forma de prosa a fim de poder refletir o real, o mundo da physis moderna consistia em um mundo essencialmente a-histórico, regular, ordenado e organizado por leis fixas, onde não havia espaço para a contradição ou considerações subjetivas. Assim, as formas de conhecimento que buscassem se submeter ao estatuto científico deveriam proceder a um exorcismo quanto a todas as noções equivocadas presentes em seus corpos. A astronomia deveria se divorciar da astrologia, como a química da alquimia e a medicina das noções místicas. Outros ramos do conhecimento, como a filosofia, o direito, as artes, a literatura, a teologia e o senso comum não gozavam do mesmo status da confiabilidade da ciência, pois a divisão do paradigma os havia situado no universo incerto da subjetividade.

Maurício S. Neubern. In: Complexidade & Psicologia Clínica. Brasília: Plano, 2004, p. 21-3 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das ideias no texto acima.

Infere-se, a partir das relações de significação do texto, que as “noções equivocadas presentes em seus corpos” são as características a-históricas, organizadas por leis fixas que exorcizam “Outros ramos do conhecimento”.

 

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(...) Enquanto a linguagem científica, ao mesmo tempo em que coibia qualquer afirmação inconsistente e subjetiva, moldava-se na forma de prosa a fim de poder refletir o real, o mundo da physis moderna consistia em um mundo essencialmente a-histórico, regular, ordenado e organizado por leis fixas, onde não havia espaço para a contradição ou considerações subjetivas. Assim, as formas de conhecimento que buscassem se submeter ao estatuto científico deveriam proceder a um exorcismo quanto a todas as noções equivocadas presentes em seus corpos. A astronomia deveria se divorciar da astrologia, como a química da alquimia e a medicina das noções místicas. Outros ramos do conhecimento, como a filosofia, o direito, as artes, a literatura, a teologia e o senso comum não gozavam do mesmo status da confiabilidade da ciência, pois a divisão do paradigma os havia situado no universo incerto da subjetividade.

Maurício S. Neubern. In: Complexidade & Psicologia Clínica. Brasília: Plano, 2004, p. 21-3 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das ideias no texto acima.

Na argumentação do texto, são construídas, por meio de estruturas linguísticas e relações lógicas, verdades que se legitimam dentro do universo textual apresentado, independentemente de essas ideias serem comprovadas no mundo empírico.

 

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(...) Enquanto a linguagem científica, ao mesmo tempo em que coibia qualquer afirmação inconsistente e subjetiva, moldava-se na forma de prosa a fim de poder refletir o real, o mundo da physis moderna consistia em um mundo essencialmente a-histórico, regular, ordenado e organizado por leis fixas, onde não havia espaço para a contradição ou considerações subjetivas. Assim, as formas de conhecimento que buscassem se submeter ao estatuto científico deveriam proceder a um exorcismo quanto a todas as noções equivocadas presentes em seus corpos. A astronomia deveria se divorciar da astrologia, como a química da alquimia e a medicina das noções místicas. Outros ramos do conhecimento, como a filosofia, o direito, as artes, a literatura, a teologia e o senso comum não gozavam do mesmo status da confiabilidade da ciência, pois a divisão do paradigma os havia situado no universo incerto da subjetividade.

Maurício S. Neubern. In: Complexidade & Psicologia Clínica. Brasília: Plano, 2004, p. 21-3 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das ideias no texto acima.

Nesse fragmento, predominantemente argumentativo, a utilização de ilustrações que comprovam a tese defendida aparece sob a forma de trechos narrativos, como os seguintes: “moldava-se na forma de prosa a fim de poder refletir o real” e “A astronomia deveria se divorciar da astrologia, como a química da alquimia e a medicina das noções místicas”.

 

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(...) Enquanto a linguagem científica, ao mesmo tempo em que coibia qualquer afirmação inconsistente e subjetiva, moldava-se na forma de prosa a fim de poder refletir o real, o mundo da physis moderna consistia em um mundo essencialmente a-histórico, regular, ordenado e organizado por leis fixas, onde não havia espaço para a contradição ou considerações subjetivas. Assim, as formas de conhecimento que buscassem se submeter ao estatuto científico deveriam proceder a um exorcismo quanto a todas as noções equivocadas presentes em seus corpos. A astronomia deveria se divorciar da astrologia, como a química da alquimia e a medicina das noções místicas. Outros ramos do conhecimento, como a filosofia, o direito, as artes, a literatura, a teologia e o senso comum não gozavam do mesmo status da confiabilidade da ciência, pois a divisão do paradigma os havia situado no universo incerto da subjetividade.

Maurício S. Neubern. In: Complexidade & Psicologia Clínica. Brasília: Plano, 2004, p. 21-3 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das ideias no texto acima.

A seguinte afirmação preenche coerentemente o lugar da indicação de supressão do trecho inicial do texto: Na evolução da mitologia para a ciência, ao sistematizar o conhecimento científico, a humanidade palmilhou caminhos de subjetividade e poesia para explicar as origens do homem e justificar a história de sua existência no mundo.

 

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A evolução do conhecimento levada a cabo pelo homem no século XX foi, sem dúvida, uma revolução de extensão mais significativa do que qualquer movimento que, deliberadamente, tenha reivindicado esse título. Do marco inicial da psicanálise, ainda no limiar do século XIX, às atuais experiências com células-tronco, passando por grandes descobertas, como a penicilina ou a criação das redes virtuais, a Era dos Extremos modificou categoricamente a visão do homem sobre o próprio homem. Mas, se de um lado parecem ruir os ideais iluministas que depositavam no reino da razão as esperanças de evolução das relações da existência individual e coletiva, de outro as formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana, parecem ainda não ter perdido sua atualidade. Senão pelas suas virtudes, ao menos pela ausência de outras alternativas que se tenham mostrado melhores. Porém, de que forma conciliar o funcionamento de tais instituições com as novas — e nem sempre coincidentes — visões que as mais diversas áreas do conhecimento produziram sobre o homem?

Durval Mazzei Nogueira Filho. O sujeito da educação. In: Educação & Psicologia, vol. 1, Editorial, p. 5 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização argumentativa do texto acima.

A argumentação do texto sugere que o homem, ao politizar o conhecimento científico, cria para a humanidade, em geral, as dificuldades que a impedem de vivenciar plenamente os ideais iluministas de democracia e felicidade.

 

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A evolução do conhecimento levada a cabo pelo homem no século XX foi, sem dúvida, uma revolução de extensão mais significativa do que qualquer movimento que, deliberadamente, tenha reivindicado esse título. Do marco inicial da psicanálise, ainda no limiar do século XIX, às atuais experiências com células-tronco, passando por grandes descobertas, como a penicilina ou a criação das redes virtuais, a Era dos Extremos modificou categoricamente a visão do homem sobre o próprio homem. Mas, se de um lado parecem ruir os ideais iluministas que depositavam no reino da razão as esperanças de evolução das relações da existência individual e coletiva, de outro as formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana, parecem ainda não ter perdido sua atualidade. Senão pelas suas virtudes, ao menos pela ausência de outras alternativas que se tenham mostrado melhores. Porém, de que forma conciliar o funcionamento de tais instituições com as novas — e nem sempre coincidentes — visões que as mais diversas áreas do conhecimento produziram sobre o homem?

Durval Mazzei Nogueira Filho. O sujeito da educação. In: Educação & Psicologia, vol. 1, Editorial, p. 5 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização argumentativa do texto acima.

Como resposta possível à pergunta final, nas linhas de 7 a 9, seria coerente e argumentativamente adequado acrescentar ao texto o seguinte trecho: A reflexão sobre essas questões sugere que, por mais que as sociedades avancem no conhecimento científico, as instituições — democráticas ou não — estarão sempre distantes das mudanças que a ciência acarreta na visão que o homem teoricamente constrói a respeito do próprio homem.

 

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A evolução do conhecimento levada a cabo pelo homem no século XX foi, sem dúvida, uma revolução de extensão mais significativa do que qualquer movimento que, deliberadamente, tenha reivindicado esse título. Do marco inicial da psicanálise, ainda no limiar do século XIX, às atuais experiências com células-tronco, passando por grandes descobertas, como a penicilina ou a criação das redes virtuais, a Era dos Extremos modificou categoricamente a visão do homem sobre o próprio homem. Mas, se de um lado parecem ruir os ideais iluministas que depositavam no reino da razão as esperanças de evolução das relações da existência individual e coletiva, de outro as formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana, parecem ainda não ter perdido sua atualidade. Senão pelas suas virtudes, ao menos pela ausência de outras alternativas que se tenham mostrado melhores. Porém, de que forma conciliar o funcionamento de tais instituições com as novas — e nem sempre coincidentes — visões que as mais diversas áreas do conhecimento produziram sobre o homem?

Durval Mazzei Nogueira Filho. O sujeito da educação. In: Educação & Psicologia, vol. 1, Editorial, p. 5 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização argumentativa do texto acima.

Depreende-se da argumentação do texto que os ideais iluministas, apoiados na primazia da razão, ainda representam a melhor forma de sustentar as organizações sociais representadas pela democracia republicana.

 

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A evolução do conhecimento levada a cabo pelo homem no século XX foi, sem dúvida, uma revolução de extensão mais significativa do que qualquer movimento que, deliberadamente, tenha reivindicado esse título. Do marco inicial da psicanálise, ainda no limiar do século XIX, às atuais experiências com células-tronco, passando por grandes descobertas, como a penicilina ou a criação das redes virtuais, a Era dos Extremos modificou categoricamente a visão do homem sobre o próprio homem. Mas, se de um lado parecem ruir os ideais iluministas que depositavam no reino da razão as esperanças de evolução das relações da existência individual e coletiva, de outro as formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana, parecem ainda não ter perdido sua atualidade. Senão pelas suas virtudes, ao menos pela ausência de outras alternativas que se tenham mostrado melhores. Porém, de que forma conciliar o funcionamento de tais instituições com as novas — e nem sempre coincidentes — visões que as mais diversas áreas do conhecimento produziram sobre o homem?

Durval Mazzei Nogueira Filho. O sujeito da educação. In: Educação & Psicologia, vol. 1, Editorial, p. 5 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização argumentativa do texto acima.

Nas relações de coesão do texto, “esse título” retoma “revolução”, assim como a expressão “tais instituições” refere-se às “formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana”.

 

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A evolução do conhecimento levada a cabo pelo homem no século XX foi, sem dúvida, uma revolução de extensão mais significativa do que qualquer movimento que, deliberadamente, tenha reivindicado esse título. Do marco inicial da psicanálise, ainda no limiar do século XIX, às atuais experiências com células-tronco, passando por grandes descobertas, como a penicilina ou a criação das redes virtuais, a Era dos Extremos modificou categoricamente a visão do homem sobre o próprio homem. Mas, se de um lado parecem ruir os ideais iluministas que depositavam no reino da razão as esperanças de evolução das relações da existência individual e coletiva, de outro as formas de organização concebidas em consonância com esses ideais, representadas pela moderna democracia republicana, parecem ainda não ter perdido sua atualidade. Senão pelas suas virtudes, ao menos pela ausência de outras alternativas que se tenham mostrado melhores. Porém, de que forma conciliar o funcionamento de tais instituições com as novas — e nem sempre coincidentes — visões que as mais diversas áreas do conhecimento produziram sobre o homem?

Durval Mazzei Nogueira Filho. O sujeito da educação. In: Educação & Psicologia, vol. 1, Editorial, p. 5 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização argumentativa do texto acima.

O período sintático “A evolução (...) esse título” sintetiza a ideia desenvolvida pela argumentação do texto.

 

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This text refers to item.
Government: stay out of the Economy
The current expansion of government intervention is going to undermine economic growth. Pro or con? Over the past nine months, government intervention in the economy has spread like a wildfire. From federally mandated executive compensation rules for companies and job roles that had nothing to do with the financial meltdown, to the ouster of General Motors (GM) CEO Rick Wagoner at the behest of the White House, to forcing banks to take and keep Troubled Asset Relief Program money, Washington’s tentacles are reaching into the minutiae of private business dealings like never before. Setting aside the long-term philosophical questions this raises about the role of government in society, one short-term question is whether or not it will aid recovery. I do not believe it will.
A 1998 Congressional Joint Economic Committee study concluded the optimal size of government to maximize economic growth was about 18% of gross domestic product (GDP). Even before today’s unprecedented debt and spending, all levels of government in the U.S. controlled 37% of GDP. Recent federal spending will drive up government’s share to more than 40%. A single federal health-care plan would gobble up another 16%, putting more than 50% of the economy in government’s hands.
Economists increasingly understand the Great Depression was prolonged by government intervention in trade, private industry, and banking. We have evidence from other countries, too. As Ireland’s tax burden and share of GDP fell, the Celtic Tiger roared. Recent National Bureau of Economic Research findings show that Jamaica’s pursuit of “social justice” policies has retarded its growth compared with its less interventionist sister island, Barbados. From 1960 to 2002, Barbados’ per capita GDP doubled, but Jamaica’s grew only 50%.
Government has an important and legitimate role to play in a growing economy. It should enforce contracts, create a level playing field for all businesses, and steadfastly promote the rule of law. U.S. entrepreneurs can take it from there.
Internet: <www.businessweek.com> (adapted).
In the text,
“meltdown” means a process of irreversible decline.
Questão Anulada

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