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Para responder à questão, considere o trecho transcrito abaixo.
O próximo dia 27 é uma data que está sendo comemorada em todo o mundo. Há 250 anos nascia em Salzburg, na Áustria, JoannesTheophilus Mozart. Não é por esse nome que ele ficou conhecido. Joannes deu lugar a Wolfgang e quanto a Theophilus, nome grego que significa “amor de Deus”(a), foi substituído, pelo próprio Mozart, por Amadé ou Amadeus – esse, o título da famosa peça de Peter Schaffer, mais tarde transformada em filme por Milos Forman. Tratava-se de uma família musical: o pai, Leopold, era exímio violinista, a irmã(e), mais velha, Nannerl, tocava cravo. Mas talentoso era mesmo Wolfgang, e talento precoce. Aos quatro anos, também tocava cravo, e depois órgão, piano e violino. Aos cinco anos, compôs um concerto para cravo de incrível complexidade. Leopold não perdeu tempo; organizou um conjunto musical que viajou por vários países da Europa, sempre com bons cachês. Aos 10 anos, Wolfgang já era famoso. Jovem, passou a viajar sozinho.
(Moacyr Scliar, “Mozart: anjo ou demônio?”, Correio Braziliense, 20/01/2006, C-6)
Assinale a opção que contém asserção correta sobre os sinais de pontuação empregados no texto.
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Indique a opção que apresenta uma substituição do segmento sublinhado, com o objetivo de ser corrigido o erro de natureza morfossintática introduzido no texto.
O pleno e regular exercício da função executiva que é conferida de forma precípua à administração pública exige e impõe a outorga de um conjunto de prerrogativas (a) que se acha contido em um regime jurídico-administrativo típico dessa atividade estatal e (b) que se presta colocar a administração pública numa posição privilegiada, superior na relação jurídico-administrativa. Tais privilégios devem estar voltados ao atingimento de fins específicos, (c) quais sejam o de alcançar o bem comum da coletividade e tornar efetiva a defesa do interesse público. Não admitem, todavia, o uso absoluto do poder e (d) vêem-se contidos por instrumentos específicos de sujeição das condutas administrativas, (e) que geram o necessário equilíbrio entre a autoridade da administração e a liberdade do indivíduo.
(Airton Rocha Nóbrega, “Fazenda Pública e execução administrativa”, Direito&Justiça-CB, 15/11/2004, com adaptação)
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