Foram encontradas 270 questões.
Leia o texto para responder a questão.
Uma história de superação
Aos sete anos, Fabrício foi tido como retardado
e convidado a sair da escola por não conseguir ler e
escrever. Durante os primeiros dez anos, ele se sentia
odiado, era chamado de monstro pelos colegas, sofria
muito todos os dias na escola, mas todo dia voltava para
a escola. Ninguém gostava de sua aparência. Nunca
houve facilidades para Fabrício. Ele teve que achar um
jeito de se achar bonito sem que ninguém o elogiasse.
O esforço e a paciência foram o amor-próprio de
Fabrício quando ele não encontrava o amor das pessoas. Ele tinha sérios problemas para falar, entretanto
ironicamente acabou trabalhando numa rádio. Não era
bonito e, ironicamente, assumiu um programa de televisão. Não sabia escrever e se tornou escritor.
Fabrício conclui que a vida ajuda aquele que se
esforça. Pode demorar até que apareçam os resultados, mas ela ajuda.
(Fabrício Carpinejar. Minha esposa tem a senha do meu celular.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. Adaptado)
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Na questão, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem
em que se apresentam.

(Mauricio de Sousa. As melhores tiras do Chico Bento. São Paulo:
Panini Books, 2008. Adaptado)
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Leia os quadrinhos a seguir para responder a questão.

(Mauricio de Sousa. As melhores tiras do Chico Bento. São Paulo: Panini Books, 2008)
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. Calvin e Haroldo – Os dias estão todos ocupados, 2011)
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Leia o texto para responder a questão.
Uma história de superação
Aos sete anos, Fabrício foi tido como retardado
e convidado a sair da escola por não conseguir ler e
escrever. Durante os primeiros dez anos, ele se sentia
odiado, era chamado de monstro pelos colegas, sofria
muito todos os dias na escola, mas todo dia voltava para
a escola. Ninguém gostava de sua aparência. Nunca
houve facilidades para Fabrício. Ele teve que achar um
jeito de se achar bonito sem que ninguém o elogiasse.
O esforço e a paciência foram o amor-próprio de
Fabrício quando ele não encontrava o amor das pessoas. Ele tinha sérios problemas para falar, entretanto
ironicamente acabou trabalhando numa rádio. Não era
bonito e, ironicamente, assumiu um programa de televisão. Não sabia escrever e se tornou escritor.
Fabrício conclui que a vida ajuda aquele que se
esforça. Pode demorar até que apareçam os resultados, mas ela ajuda.
(Fabrício Carpinejar. Minha esposa tem a senha do meu celular.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Uma história de superação
Aos sete anos, Fabrício foi tido como retardado
e convidado a sair da escola por não conseguir ler e
escrever. Durante os primeiros dez anos, ele se sentia
odiado, era chamado de monstro pelos colegas, sofria
muito todos os dias na escola, mas todo dia voltava para
a escola. Ninguém gostava de sua aparência. Nunca
houve facilidades para Fabrício. Ele teve que achar um
jeito de se achar bonito sem que ninguém o elogiasse.
O esforço e a paciência foram o amor-próprio de
Fabrício quando ele não encontrava o amor das pessoas. Ele tinha sérios problemas para falar, entretanto
ironicamente acabou trabalhando numa rádio. Não era
bonito e, ironicamente, assumiu um programa de televisão. Não sabia escrever e se tornou escritor.
Fabrício conclui que a vida ajuda aquele que se
esforça. Pode demorar até que apareçam os resultados, mas ela ajuda.
(Fabrício Carpinejar. Minha esposa tem a senha do meu celular.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019. Adaptado)
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Muito devagar e sempre
Um dos principais fatores a dificultar a retomada da economia nos últimos anos tem sido a exasperante letargia da
criação de empregos. Apesar da elevada informalidade no
mercado, há sinais de que a situação pode melhorar adiante.
Dados recém-divulgados mostraram a criação líquida de 157,2 mil vagas com carteira assinada em setembro, no resultado mais positivo para o mês desde 2013. Outra novidade é a geração em todos os principais setores, incluindo os mais atingidos pela crise, como a construção civil.
Dados recém-divulgados mostraram a criação líquida de 157,2 mil vagas com carteira assinada em setembro, no resultado mais positivo para o mês desde 2013. Outra novidade é a geração em todos os principais setores, incluindo os mais atingidos pela crise, como a construção civil.
É verdade que os dados totais do mercado de trabalho,
coletados pelo IBGE, contam uma história menos favorável.
Mostra-se a criação de 1,84 milhão de vagas no período de
12 meses até agosto, com prevalência de ocupações na
maior parte mais precárias (95% delas sem carteira ou por
conta própria).
Nada menos que 41% da população ocupada está na informalidade, e outras cifras suscitam preocupação. A taxa de desemprego tem caído lentamente – na média do trimestre junho-agosto foram 11,8%, ante 12,1% no período correspondente do ano passado. A desocupação ainda atinge 12,6 milhões de brasileiros.
Nada menos que 41% da população ocupada está na informalidade, e outras cifras suscitam preocupação. A taxa de desemprego tem caído lentamente – na média do trimestre junho-agosto foram 11,8%, ante 12,1% no período correspondente do ano passado. A desocupação ainda atinge 12,6 milhões de brasileiros.
Embora o desempenho recente recomende cautela, os
indícios são de continuidade na abertura de postos de trabalho.
Uma coletânea de fatores pode impulsionar gradualmente a
economia.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.10.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O custo de pensar
Apesar de suas muitas diferenças, todas as espécies humanas têm em comum várias características que as definem. Os humanos têm o cérebro extraordinariamente grande em comparação com o de outros animais. Mamíferos pesando 60 quilos têm um cérebro com tamanho médio de 200 centímetros cúbicos. Os primeiros homens e mulheres, há 2,5 milhões de anos, tinham cérebros de cerca de 600 centímetros cúbicos. Sapiens modernos apresentam um cérebro de 1200 a 1400 centímetros cúbicos.
Que a evolução devesse selecionar cérebros maiores pode nos parecer óbvio. Somos tão apaixonados por nossa inteligência superior que presumimos que, em se tratando de capacidade cerebral, mais deve ser melhor. Mas, se fosse assim, a família dos felídeos também teria produzido gatos capazes de fazer cálculos, e porcos teriam a esta altura lançado seus próprios programas espaciais. Por que cérebros gigantes são tão raros no reino animal?
O fato é que um cérebro gigante é extremamente custoso para o corpo. Não é fácil de carregar, sobretudo quando envolvido por um crânio pesado. É mais difícil ainda de abastecer. No Homo sapiens, o cérebro equivale a 2 ou 3% do peso corporal, mas consome 25% da energia do corpo quando este está em repouso. Em comparação, o cérebro de outros primatas requer apenas 8% de energia em repouso. Os humanos arcaicos pagaram por seu cérebro grande de duas maneiras. Em primeiro lugar, passaram mais tempo em busca de comida. Em segundo lugar, seus músculos atrofiaram. Dificilmente pensaríamos que essa é uma boa estratégia para a sobrevivência na savana. Um chimpanzé não pode ganhar uma discussão com um Homo sapiens, mas pode parti-lo ao meio como uma boneca de pano.
Por mais de 2 milhões de anos, as redes neurais dos humanos continuaram se expandindo, mas, com exceção de algumas facas de sílex e varetas pontiagudas, os humanos tiraram muito pouco proveito disso. Então, o que impulsionou a evolução do enorme cérebro humano durante esses 2 milhões de anos? Francamente, nós não sabemos.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, 2018. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O custo de pensar
Apesar de suas muitas diferenças, todas as espécies humanas têm em comum várias características que as definem. Os humanos têm o cérebro extraordinariamente grande em comparação com o de outros animais. Mamíferos pesando 60 quilos têm um cérebro com tamanho médio de 200 centímetros cúbicos. Os primeiros homens e mulheres, há 2,5 milhões de anos, tinham cérebros de cerca de 600 centímetros cúbicos. Sapiens modernos apresentam um cérebro de 1200 a 1400 centímetros cúbicos.
Que a evolução devesse selecionar cérebros maiores pode nos parecer óbvio. Somos tão apaixonados por nossa inteligência superior que presumimos que, em se tratando de capacidade cerebral, mais deve ser melhor. Mas, se fosse assim, a família dos felídeos também teria produzido gatos capazes de fazer cálculos, e porcos teriam a esta altura lançado seus próprios programas espaciais. Por que cérebros gigantes são tão raros no reino animal?
O fato é que um cérebro gigante é extremamente custoso para o corpo. Não é fácil de carregar, sobretudo quando envolvido por um crânio pesado. É mais difícil ainda de abastecer. No Homo sapiens, o cérebro equivale a 2 ou 3% do peso corporal, mas consome 25% da energia do corpo quando este está em repouso. Em comparação, o cérebro de outros primatas requer apenas 8% de energia em repouso. Os humanos arcaicos pagaram por seu cérebro grande de duas maneiras. Em primeiro lugar, passaram mais tempo em busca de comida. Em segundo lugar, seus músculos atrofiaram. Dificilmente pensaríamos que essa é uma boa estratégia para a sobrevivência na savana. Um chimpanzé não pode ganhar uma discussão com um Homo sapiens, mas pode parti-lo ao meio como uma boneca de pano.
Por mais de 2 milhões de anos, as redes neurais dos humanos continuaram se expandindo, mas, com exceção de algumas facas de sílex e varetas pontiagudas, os humanos tiraram muito pouco proveito disso. Então, o que impulsionou a evolução do enorme cérebro humano durante esses 2 milhões de anos? Francamente, nós não sabemos.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, 2018. Adaptado)
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O custo de pensar
Apesar de suas muitas diferenças, todas as espécies humanas têm em comum várias características que as definem. Os humanos têm o cérebro extraordinariamente grande em comparação com o de outros animais. Mamíferos pesando 60 quilos têm um cérebro com tamanho médio de 200 centímetros cúbicos. Os primeiros homens e mulheres, há 2,5 milhões de anos, tinham cérebros de cerca de 600 centímetros cúbicos. Sapiens modernos apresentam um cérebro de 1200 a 1400 centímetros cúbicos.
Que a evolução devesse selecionar cérebros maiores pode nos parecer óbvio. Somos tão apaixonados por nossa inteligência superior que presumimos que, em se tratando de capacidade cerebral, mais deve ser melhor. Mas, se fosse assim, a família dos felídeos também teria produzido gatos capazes de fazer cálculos, e porcos teriam a esta altura lançado seus próprios programas espaciais. Por que cérebros gigantes são tão raros no reino animal?
O fato é que um cérebro gigante é extremamente custoso para o corpo. Não é fácil de carregar, sobretudo quando envolvido por um crânio pesado. É mais difícil ainda de abastecer. No Homo sapiens, o cérebro equivale a 2 ou 3% do peso corporal, mas consome 25% da energia do corpo quando este está em repouso. Em comparação, o cérebro de outros primatas requer apenas 8% de energia em repouso. Os humanos arcaicos pagaram por seu cérebro grande de duas maneiras. Em primeiro lugar, passaram mais tempo em busca de comida. Em segundo lugar, seus músculos atrofiaram. Dificilmente pensaríamos que essa é uma boa estratégia para a sobrevivência na savana. Um chimpanzé não pode ganhar uma discussão com um Homo sapiens, mas pode parti-lo ao meio como uma boneca de pano.
Por mais de 2 milhões de anos, as redes neurais dos humanos continuaram se expandindo, mas, com exceção de algumas facas de sílex e varetas pontiagudas, os humanos tiraram muito pouco proveito disso. Então, o que impulsionou a evolução do enorme cérebro humano durante esses 2 milhões de anos? Francamente, nós não sabemos.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, 2018. Adaptado)
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