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É possível especificar configurações para diversos recursos do Microsoft Word 2003, selecionando-se o comando Opções no menu Ferramentas. Na guia Geral deste comando, localiza-se o item Repaginação em segundo plano que, quando é selecionado, faz com que os documentos sejam repaginados automaticamente à medida que são digitados. Porém, quando se usa o modo de exibição Layout de impressão, esse item fica indisponível para seleção, porque a repaginação em segundo plano
 

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Fossil Fuels
The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development. Fossil fuels were formed over millions of years by the decomposing remains of plants and animals under immense heat and pressure. This process resulted in energy laden fuels coal, petroleum, and natural gas, which together have generated most of the energy consumed globally for over a century, paving the way for continued advancement and new inventions.
Fossil fuels are currently the most economically available source of power for both personal and commercial uses. Petroleum fuels our cars and thirst for plastics, while natural gas and coal heat and electrify our homes. Mass transportation is also largely propelled by fossil fuels. In 2005, more than 3/4 of total world energy consumption was through the use of fossil fuels. Petroleum led with over 43.4 percent of the world’s total energy consumption, followed by natural gas (15.6 percent) and coal (8.3 percent). North America is the largest consumer of fossil fuels, utilizing nearly 25 percent of the world’s resources.
Long thought to be inexhaustible, fossil fuels have been used extensively since the Industrial Revolution. However, many believe that the world is using fossil fuels at an unsustainable rate. Some experts believe that the world has already reached its peak for oil extraction and production, and that it is only a matter of time before natural gas and coal follow suit. These near-term concerns about oil supply have led to increasing focus on, and exploration of, alternative sources of petroleum, such as in tar sands and oil shale.
To release their stored energy, fossil fuels must be burned. It is during this combustion process that a variety of emissions and particulates, including ash, are released into the atmosphere. Primary releases are sulfur, nitrogen, and carbon, which can be harmful to the environment. They can combine with water vapor in the air to form acidic compounds that create acid rain, and burning fossil fuels releases carbon dioxide, a greenhouse gas that scientists believe is key factor in global climate change.
There are also environmental risks associated with extracting, transporting, and utilizing fossil fuels. Mining for coal and drilling for oil are especially hazardous because the digging of massive mines and wells can change the surrounding landscapes and bring massive amounts of salt water to the surface which can damage nearby ecosystems without proper treatment and sequestration. Natural gas extraction is somewhat safer, but can also be hazardous. While there are regulations in place that attempts to minimize the risks, it is impossible to eliminate them completely. However, regulation is not sufficient; there must be continued research in developing new technologies for both fossil fuel and renewable energy, in addition to increasing conservation measures. Environmental Literacy Council
http://www.enviroliteracy.org/subcategory.php/21.html, access on March 14th, 2010.
According to paragraph 4, all the elements below result from the burning of fossil fuels, EXCEPT
 

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312061 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
A construção dos orçamentos compreende, como pré-requisito, a construção de uma série de suborçamentos específicos. A seguir apresenta-se uma série de etapas, acompanhadas da indicação do suborçamento a que se refere.
1 - Definição da política de estocagem e compras a ser adotada pela empresa para realização das operações orçadas - ORÇAMENTO DE VENDAS.
2 - Definição da fatia de mercado pretendido pela empresa - ORÇAMENTO DE VENDAS.
3 - Projeção dos gastos necessários à comercialização dos produtos, tais como: marketing e propaganda, comissões, fretes, salários, dentre outros - ORÇAMENTO DAS DESPESAS COM VENDAS.
4 - Conhecimento das características do mercado consumidor, sua performance no passado e suas perspectivas de comportamento - ORÇAMENTO DE VENDAS.
5 - Definição da política de preços, prazos e descontos - ORÇAMENTO DE VENDAS.
6 - Projeção dos investimentos necessários em virtude do volume de produção - ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS.
7 - Definição das fontes de recursos (próprios e de terceiros) destinados a financiar as operações, assim como a identificação dos custos destes recursos - ORÇAMENTO DE FONTES DE FINANCIAMENTOS.
8 - Projeção dos custos com mão de obra indireta, considerando inclusive situações de improdutividade - ORÇAMENTO DE VENDAS.
9 - Projeção dos custos indiretos de fabricação - ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO.
10 - Projeção dos custos de produção, especialmente em relação aos materiais aplicados - ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO.
11 - Projeção dos custos com mão de obra direta, considerando inclusive situações de improdutividade - ORÇAMENTO DE VENDAS.
12 - Identificação da capacidade de produção da empresa frente ao volume necessário, que foi definido em função dos objetivos de atingimento de mercado consumidor traçado pela empresa e consignado no orçamento de vendas - ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO.
13 - Definição das compras a serem realizadas, tendo em vista a política de estocagem traçada - ORÇAMENTO DE COMPRAS.
14 - Identificação dos prazos de financiamentos das compras praticados pelos fornecedores - ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO.
15 - Projeção dos gastos necessários à atividade de administração da empresa - ORÇAMENTO DE DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS.
16 - Identificação dos custos tributários que incidirão sobre as operações orçadas - ORÇAMENTO DE VENDAS.
Estão corretas APENAS as etapas e os respectivos suborçamentos relacionados em
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro(a) e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve(b): uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro(c).

Busco um lugar, porque o relativamente leve(d) começa a pesar(b) nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras(e) para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros(d) como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo(c) (e). De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal(a) significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

As palavras em destaque que, em duas ocorrências no texto, mantêm a mesma classe e o mesmo significado são

 

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302971 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
A composição dos saldos de estoques no encerramento do balanço da Cia. Fixus é a seguinte:
Matérias-primas Quant.
Custo
médio
(em reias)
Saldos no
balanço
(em reias)
Preços de
reposição
(em reias)
W 100.000 18,00 1.800.00,00 20,00
X 200.000 20,00 4.000.000,00 15,00
Y 150.000 40,00 6.000.000,00 32,00
Z 500.000 8,00 4.000.000,00 12,00
Produtos acabados Quant.
Custo
médio
Saldos no
balanço
Valor líquidos
realizável
Produtos acabados 400.000 50,00 R$ 20.000.000,00 R$ 48,00
Com base nas informações apresentadas, o valor da provisão para perdas com a desvalorização dos estoques será, em reais, de
 

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301935 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere os seguintes dados de uma empresa:
Produto A Produto B
Preço unitário de venda 10,00 25,00
( - ) Custos variáveis unitários (8,00) (20,00)
( = ) Margem de contribuição unitária 2,00 5,00
Total dos custos fixos R$ 200.000 R$ 300.000
O ponto de equilíbrio econômico dos produtos A e B será, em unidades, respectivamente,
 

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298335 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Associe os tipos de pareceres de auditoria às suas respectivas definições.
I – Parecer sem ressalvas
II – Parecer com ressalvas
III – Parecer adverso
P – É emitido quando o auditor não obtém elementos comprobatórios suficientes para formar sua opinião sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto; ocorre, normalmente, em função de limite no escopo do exame ou de incertezas que possam ter efeito bastante relevantes sobre a situação patrimonial e financeira e sobre o resultado das operações.
Q – Caso em que o parágrafo-padrão da opinião deve ser alterado de modo a deixar de forma clara a natureza da ressalva e seu efeito sobre a situação patrimonial e financeira, o resultado das operações, as mutações do patrimônio líquido e as origens e aplicações de recursos, se esse efeito puder ser razoavelmente determinado.
R – É emitido quando o auditor possui, de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade, informações suficientes para formar a opinião de que as demonstrações financeiras não representam adequadamente a posição patrimonial e financeira assim como o resultado das operações.
S – É emitido quando o exame foi efetuado de acordo com as normas de auditoria geralmente aceitas, as demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e os princípios contábeis, aplicados com uniformidade, sendo que as demonstrações financeiras contêm todas as exposições informativas necessárias.
São corretas as associações
 

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296431 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Uma empresa obtém financiamento bancário de R$ 100.000 com pagamento em 5 parcelas determinadas pelo Sistema de Amortizações Constantes – SAC. O quadro a seguir mostra o esquema de amortização utilizado, ou seja, parcela do principal, juros, prestação total e o saldo devedor apurado após a liquidação de cada prestação.
PRESTAÇÃO SALDO
MESES PRINCIPAL JUROS TOTAL DEVEDOR
100.000
1 20.000 1.000 21.000 80.000
2 20.000 800 20.800 60.000
3 20.000 600 20.600 40.000
4
5
Completando o quadro, os valores, em reais, correspondentes às prestações totais 4 e 5 serão, respectivamente,
 

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286686 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Associe os tipos de custos da 1a coluna às características apresentadas na 2a.
Custos Características
1 – fixos
2 – variáveis
3–semivariáveis
4 – indiretos
5 – diretos
( ) Permitem uma associação objetiva e imediata aos produtos.
( ) Necessitam, para sua associação aos produtos, de um processo de rateio.
( ) São inteiramente sensíveis a alterações nos volumes de produção e vendas.
( ) Comportam-se de maneira uniforme, qualquer que seja o volume de produção e vendas, quando apresentados na base unitária.
( ) Comportam-se de maneira flutuante, em função de alterações do volume de produção e vendas, quando apresentados na base unitária.
( ) Variam em função de alterações do volume de produção e vendas, mas não direta e proporcionalmente.
A ordem correta dos números da 2a coluna, de cima para baixo, é
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

A sentença “Pouco se lixam...” indica que a atitude das pessoas foi:

 

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