Foram encontradas 80 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
• Um país que envelhece mal (título do texto)
• ... um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes... (2° parágrafo)
Os termos “mal” e “mau” pertencem, correta e respectivamente, às mesmas classes de palavras dos termos destacados em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
• No Brasil, [...] a questão ganha contornos ainda mais dramáticos. (2° parágrafo)
• Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de produtividade no trabalho superiores aos brasileiros... (3° parágrafo)
• Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços para uma população que envelhece. (3° parágrafo)
• E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública. (6° parágrafo)
Sem prejuízo de sentido, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um país que envelhece mal
Em 2023, pelo quinto ano seguido, o Brasil registrou
queda no número de nascimentos, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram registrados 2,5 milhões de nascimentos em cartórios País afora, uma
queda de 0,7% em relação a 2022. Não bastasse isso, o índice de registros foi o menor desde 1976.
No mundo desenvolvido, a queda de nascimentos e o envelhecimento da população representam um desafio para a
gestão dos sistemas previdenciário, de educação e saúde,
entre outros. No Brasil, um país marcado pela baixa produtividade no trabalho e pelo mau desempenho dos estudantes
em exames nacionais e internacionais de aprendizagem, a
questão ganha contornos ainda mais dramáticos.
Tal padrão já é realidade em países como o Japão, bem
como em outros da União Europeia. Ao contrário do Brasil,
porém, esses países já alcançaram um alto padrão de desenvolvimento, educação e prosperidade econômica e social.
Tanto japoneses quanto europeus desfrutam de índices de
produtividade no trabalho superiores aos brasileiros, além de
ostentarem níveis médios de desempenho educacional bem
melhores do que os nossos. Por isso, estão mais preparados
para lidar com o desafio da queda da natalidade acompanhada do envelhecimento populacional e podem lidar melhor com
ferramentas tecnológicas, como a inteligência artificial (IA),
seja para manter, seja para aprimorar a produtividade. Ademais, a tecnologia não raro é empregada para criar serviços
para uma população que envelhece.
Levantamento recente do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 29% dos brasileiros entre 15 e
64 anos são analfabetos funcionais, ou seja, mesmo escolarizados não conseguem interpretar textos ou fazer contas
ligeiramente mais complexas. É imperativo melhorar a qualidade da educação brasileira, além de criar condições para
que os cidadãos sejam digitalmente letrados. Só assim o País
poderá ampliar sua produtividade e assegurar um crescimento econômico sustentado.
Sem solidez econômica, o País dificilmente conseguirá
promover as adequações necessárias na área da saúde, por
exemplo. A longevidade humana é uma extraordinária conquista civilizatória, mas exige preparo para lidar não apenas com
as enfermidades que acometem os mais velhos, como também com as limitações impostas pela idade mais avançada.
E ainda há o desafio nada trivial da Previdência pública.
Com menos brasileiros em idade de trabalho e mais cidadãos
com direito à aposentadoria, o sistema atual prova-se cada
vez menos sustentável.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/, 19.05.2025. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem exagerar no volume do videogame
“Todos podem tomar medidas hoje para garantir uma
boa saúde auditiva ao longo da vida”, comentou Jérôme
Salomon, diretor-geral assistente da Organização Mundial
da Saúde (OMS), ao apresentar o primeiro padrão global de
audição segura para dispositivos ou softwares de videogame e eSports (competições profissionais de jogos digitais),
elaborado em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT). O objetivo é evitar a perda auditiva
entre jogadores, especialmente crianças. Para dispositivos
de videogame (consoles de videogame, computadores pessoais e fones de ouvido), o padrão recomenda: um controle
de volume que possa ser facilmente ajustado, mensagens
sobre quando o limite do som será atingido, o aumento do
risco de perda auditiva e um modo de segurança de fone de
ouvido que ajuste automaticamente o volume quando um
jogador alternar entre fones de ouvido e alto-falantes. Estima-se que cerca de 3 bilhões de pessoas joguem videogames, mas a maioria dos dispositivos e jogos não possui
recursos de audição seguros para proteger os usuários de
ruídos prejudiciais.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 350, abril de 2025)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem exagerar no volume do videogame
“Todos podem tomar medidas hoje para garantir uma
boa saúde auditiva ao longo da vida”, comentou Jérôme
Salomon, diretor-geral assistente da Organização Mundial
da Saúde (OMS), ao apresentar o primeiro padrão global de
audição segura para dispositivos ou softwares de videogame e eSports (competições profissionais de jogos digitais),
elaborado em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT). O objetivo é evitar a perda auditiva
entre jogadores, especialmente crianças. Para dispositivos
de videogame (consoles de videogame, computadores pessoais e fones de ouvido), o padrão recomenda: um controle
de volume que possa ser facilmente ajustado, mensagens
sobre quando o limite do som será atingido, o aumento do
risco de perda auditiva e um modo de segurança de fone de
ouvido que ajuste automaticamente o volume quando um
jogador alternar entre fones de ouvido e alto-falantes. Estima-se que cerca de 3 bilhões de pessoas joguem videogames, mas a maioria dos dispositivos e jogos não possui
recursos de audição seguros para proteger os usuários de
ruídos prejudiciais.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 350, abril de 2025)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem exagerar no volume do videogame
“Todos podem tomar medidas hoje para garantir uma
boa saúde auditiva ao longo da vida”, comentou Jérôme
Salomon, diretor-geral assistente da Organização Mundial
da Saúde (OMS), ao apresentar o primeiro padrão global de
audição segura para dispositivos ou softwares de videogame e eSports (competições profissionais de jogos digitais),
elaborado em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT). O objetivo é evitar a perda auditiva
entre jogadores, especialmente crianças. Para dispositivos
de videogame (consoles de videogame, computadores pessoais e fones de ouvido), o padrão recomenda: um controle
de volume que possa ser facilmente ajustado, mensagens
sobre quando o limite do som será atingido, o aumento do
risco de perda auditiva e um modo de segurança de fone de
ouvido que ajuste automaticamente o volume quando um
jogador alternar entre fones de ouvido e alto-falantes. Estima-se que cerca de 3 bilhões de pessoas joguem videogames, mas a maioria dos dispositivos e jogos não possui
recursos de audição seguros para proteger os usuários de
ruídos prejudiciais.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 350, abril de 2025)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sem exagerar no volume do videogame
“Todos podem tomar medidas hoje para garantir uma
boa saúde auditiva ao longo da vida”, comentou Jérôme
Salomon, diretor-geral assistente da Organização Mundial
da Saúde (OMS), ao apresentar o primeiro padrão global de
audição segura para dispositivos ou softwares de videogame e eSports (competições profissionais de jogos digitais),
elaborado em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT). O objetivo é evitar a perda auditiva
entre jogadores, especialmente crianças. Para dispositivos
de videogame (consoles de videogame, computadores pessoais e fones de ouvido), o padrão recomenda: um controle
de volume que possa ser facilmente ajustado, mensagens
sobre quando o limite do som será atingido, o aumento do
risco de perda auditiva e um modo de segurança de fone de
ouvido que ajuste automaticamente o volume quando um
jogador alternar entre fones de ouvido e alto-falantes. Estima-se que cerca de 3 bilhões de pessoas joguem videogames, mas a maioria dos dispositivos e jogos não possui
recursos de audição seguros para proteger os usuários de
ruídos prejudiciais.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 350, abril de 2025)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container