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Foram encontradas 20 questões.

2252543 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Segundo o site da Câmara de Vereadores de Abaetetuba, as fotos dos atuais representantes do povo nessa casa apresentam-se como no quadro abaixo:
Enunciado 2844064-1
A mesa diretora da Câmara de Vereadores de Abaetetuba é constituída pelo presidente, o vice-presidente, o 1º secretário e o 2º secretário. A razão entre o número de vereadores que compõem a mesa diretora e aqueles que dela não fazem parte é equivalente a
 

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2252539 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A tabela abaixo apresenta dados sobre o desembarque de tamoatá no Ver-o-Peso, em Belém, em certo período.
Enunciado 2824066-1
Fonte: Albuquerque e Barthem, em: A pesca do tamoatá Hoplosternum littorale(Hancock, 1828)
(Siluriformes: Callichthyidae) na ilha de Marajó - Bol. Mus. Para.
Emílio Goeldi. Ciênc. hum. vol.3 no.3 Belém Sept./Dec. 2008
No período considerado, a quantidade de embarcações com tamoatás vindos de Abaetetuba que desembarcaram no Ver-o-Peso foi igual a
 

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2252527 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Segundo o site da Câmara de Vereadores de Abaetetuba, as fotos dos atuais representantes do povo nessa casa apresentam-se como no quadro abaixo:
Enunciado 2772493-1
Se há apenas uma mulher entre os vereadores de Abaetetuba, o percentual delas nesse grupo é, aproximadamente, igual a
 

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2252521 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Um terreno retangular com 100m de comprimento e 240m de perímetro se juntou a outro, também retangular e de mesma largura, com 120m de perímetro, conforme o desenho abaixo.
Enunciado 2729105-1
Após a junção, a área do terreno passou a medir
 

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2252520 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A viagem de Abaetetuba a Belém, pela Alça Viária, em um carro com velocidade média de 60km/h, demora duas horas. Se a velocidade média fosse de 40 km/h a viagem demoraria
 

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2252516 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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O gráfico abaixo apresenta dados de uma pesquisa sobre comercialização de animais silvestres na feira de Abaetetuba.
Enunciado 2700072-1
Se as carnes de pirarucus e jacarés somassem 864 kg, as de capivara pesariam
 

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2252496 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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GENTRIFICAÇÃO

Entende-se por gentrificação o processo de revitalização dos espaços urbanos ou a aparente substituição de paisagens de caráter popular por construções típicas de áreas nobres. Trata-se de um processo em que o espaço geográfico urbano transforma-se e ressignifica-se, sobretudo em função da valorização acentuada e do enobrecimento de uma área antes considerada periférica.

Muitas vezes, as áreas periféricas de uma cidade formam-se de maneira não planejada, seja através de invasões, seja através de uma expansão descontrolada de loteamentos imobiliários em áreas afastadas. Esses locais, quase sempre sem infraestrutura básica (como saneamento, asfalto e transporte público de qualidade), sofrem pela sua distância em relação aos principais centros urbanos da cidade.

Com o tempo, prolifera-se aquilo que o geógrafo Roberto Lobato Corrêa denomina por descentralização, em que as áreas centrais – detentoras dos principais serviços e atividades urbanas – multiplicam-se e disseminam-se para outras áreas. Com isso, regiões antes desvalorizadas e sem estruturas ressignificam-se, passando por uma acentuada especulação imobiliária e modernização de seus espaços.

É nesse contexto que a gentrificação ocorre, pois as áreas antes desvalorizadas passam a ter um custo muito alto, ao passo que a população residente nesse local é gradativamente substituída por um perfil comercial ou de grupos sociais mais abastados. Com isso, a paisagem modifica-se, e as zonas, que antes eram só guetos, barracos e pobreza, transformam-se em condomínios, prédios e casas de médio e alto padrão.

No entanto, é importante considerar que a transformação desses espaços não representa necessariamente uma mudança no padrão de vida da sociedade, haja vista que a população mais pobre, ao emigrar dessas regiões, passa a habitar outras localidades, geralmente ainda mais periferizadas. Essa ocorrência é chamada de segregação urbana.

Um exemplo nítido do processo de gentrificação é a favela do Vidigal, no Rio de Janeiro. Esse local vai aos poucos se transformando, recebendo novas casas de luxo formadas por pessoas ricas que buscam a área visando à bela visão do alto do morro. Com isso, o Vidigal vai conhecendo uma cada vez maior valorização de seus espaços, com a substituição do perfil de moradores e, consequentemente, das estruturas que os cercam.

Nem sempre o processo de gentrificação é um fenômeno econômico sem relação com as ações públicas, às vezes, é o próprio Estado quem comanda ou interfere no processo. Na África do Sul, durante a Copa, algumas populações foram removidas e deslocadas para moradias populares, e seus lares pobres foram substituídos por outras construções. Na Copa do Mundo de 2014, a região da zona leste de São Paulo viu uma ressignificação de suas áreas após a construção do estádio de futebol utilizado pela cidade durante o megaevento, com a consequente valorização abrupta do valor do solo.

(https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/gentrificacao.htm [Texto adaptado])

No trecho “Com o tempo, prolifera-se aquilo que o geógrafo Roberto Lobato Corrêa denomina por descentralização, em que as áreas centrais – detentoras dos principais serviços e atividades urbanas – multiplicam-se e disseminam-se para outras áreas”, a função do travessão é

 

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2252494 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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GENTRIFICAÇÃO
Entende-se por gentrificação o processo de revitalização dos espaços urbanos ou a aparente substituição de paisagens de caráter popular por construções típicas de áreas nobres. Trata-se de um processo em que o espaço geográfico urbano transforma-se e ressignifica-se, sobretudo em função da valorização acentuada e do enobrecimento de uma área antes considerada periférica.
Muitas vezes, as áreas periféricas de uma cidade formam-se de maneira não planejada, seja através de invasões, seja através de uma expansão descontrolada de loteamentos imobiliários em áreas afastadas. Esses locais, quase sempre sem infraestrutura básica (como saneamento, asfalto e transporte público de qualidade), sofrem pela sua distância em relação aos principais centros urbanos da cidade.
Com o tempo, prolifera-se aquilo que o geógrafo Roberto Lobato Corrêa denomina por descentralização, em que as áreas centrais – detentoras dos principais serviços e atividades urbanas – multiplicam-se e disseminam-se para outras áreas. Com isso, regiões antes desvalorizadas e sem estruturas ressignificam-se, passando por uma acentuada especulação imobiliária e modernização de seus espaços.
É nesse contexto que a gentrificação ocorre, pois as áreas antes desvalorizadas passam a ter um custo muito alto, ao passo que a população residente nesse local é gradativamente substituída por um perfil comercial ou de grupos sociais mais abastados. Com isso, a paisagem modifica-se, e as zonas, que antes eram só guetos, barracos e pobreza, transformam-se em condomínios, prédios e casas de médio e alto padrão.
No entanto, é importante considerar que a transformação desses espaços não representa necessariamente uma mudança no padrão de vida da sociedade, haja vista que a população mais pobre, ao emigrar dessas regiões, passa a habitar outras localidades, geralmente ainda mais periferizadas. Essa ocorrência é chamada de segregação urbana.
Um exemplo nítido do processo de gentrificação é a favela do Vidigal, no Rio de Janeiro. Esse local vai aos poucos se transformando, recebendo novas casas de luxo formadas por pessoas ricas que buscam a área visando à bela visão do alto do morro. Com isso, o Vidigal vai conhecendo uma cada vez maior valorização de seus espaços, com a substituição do perfil de moradores e, consequentemente, das estruturas que os cercam.
Nem sempre o processo de gentrificação é um fenômeno econômico sem relação com as ações públicas, às vezes, é o próprio Estado quem comanda ou interfere no processo. Na África do Sul, durante a Copa, algumas populações foram removidas e deslocadas para moradias populares, e seus lares pobres foram substituídos por outras construções. Na Copa do Mundo de 2014, a região da zona leste de São Paulo viu uma ressignificação de suas áreas após a construção do estádio de futebol utilizado pela cidade durante o megaevento, com a consequente valorização abrupta do valor do solo.
(https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/gentrificacao.htm [Texto adaptado])
O texto é predominantemente
 

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2252492 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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GENTRIFICAÇÃO
Entende-se por gentrificação o processo de revitalização dos espaços urbanos ou a aparente substituição de paisagens de caráter popular por construções típicas de áreas nobres. Trata-se de um processo em que o espaço geográfico urbano transforma-se e ressignifica-se, sobretudo em função da valorização acentuada e do enobrecimento de uma área antes considerada periférica.
Muitas vezes, as áreas periféricas de uma cidade formam-se de maneira não planejada, seja através de invasões, seja através de uma expansão descontrolada de loteamentos imobiliários em áreas afastadas. Esses locais, quase sempre sem infraestrutura básica (como saneamento, asfalto e transporte público de qualidade), sofrem pela sua distância em relação aos principais centros urbanos da cidade.
Com o tempo, prolifera-se aquilo que o geógrafo Roberto Lobato Corrêa denomina por descentralização, em que as áreas centrais – detentoras dos principais serviços e atividades urbanas – multiplicam-se e disseminam-se para outras áreas. Com isso, regiões antes desvalorizadas e sem estruturas ressignificam-se, passando por uma acentuada especulação imobiliária e modernização de seus espaços.
É nesse contexto que a gentrificação ocorre, pois as áreas antes desvalorizadas passam a ter um custo muito alto, ao passo que a população residente nesse local é gradativamente substituída por um perfil comercial ou de grupos sociais mais abastados. Com isso, a paisagem modifica-se, e as zonas, que antes eram só guetos, barracos e pobreza, transformam-se em condomínios, prédios e casas de médio e alto padrão.
No entanto, é importante considerar que a transformação desses espaços não representa necessariamente uma mudança no padrão de vida da sociedade, haja vista que a população mais pobre, ao emigrar dessas regiões, passa a habitar outras localidades, geralmente ainda mais periferizadas. Essa ocorrência é chamada de segregação urbana.
Um exemplo nítido do processo de gentrificação é a favela do Vidigal, no Rio de Janeiro. Esse local vai aos poucos se transformando, recebendo novas casas de luxo formadas por pessoas ricas que buscam a área visando à bela visão do alto do morro. Com isso, o Vidigal vai conhecendo uma cada vez maior valorização de seus espaços, com a substituição do perfil de moradores e, consequentemente, das estruturas que os cercam.
Nem sempre o processo de gentrificação é um fenômeno econômico sem relação com as ações públicas, às vezes, é o próprio Estado quem comanda ou interfere no processo. Na África do Sul, durante a Copa, algumas populações foram removidas e deslocadas para moradias populares, e seus lares pobres foram substituídos por outras construções. Na Copa do Mundo de 2014, a região da zona leste de São Paulo viu uma ressignificação de suas áreas após a construção do estádio de futebol utilizado pela cidade durante o megaevento, com a consequente valorização abrupta do valor do solo.
(https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/gentrificacao.htm [Texto adaptado])
De acordo com a leitura do texto, o processo de gentrificação
 

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2252574 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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GENTRIFICAÇÃO
Entende-se por gentrificação o processo de revitalização dos espaços urbanos ou a aparente substituição de paisagens de caráter popular por construções típicas de áreas nobres. Trata-se de um processo em que o espaço geográfico urbano transforma-se e ressignifica-se, sobretudo em função da valorização acentuada e do enobrecimento de uma área antes considerada periférica.
Muitas vezes, as áreas periféricas de uma cidade formam-se de maneira não planejada, seja através de invasões, seja através de uma expansão descontrolada de loteamentos imobiliários em áreas afastadas. Esses locais, quase sempre sem infraestrutura básica (como saneamento, asfalto e transporte público de qualidade), sofrem pela sua distância em relação aos principais centros urbanos da cidade.
Com o tempo, prolifera-se aquilo que o geógrafo Roberto Lobato Corrêa denomina por descentralização, em que as áreas centrais – detentoras dos principais serviços e atividades urbanas – multiplicam-se e disseminam-se para outras áreas. Com isso, regiões antes desvalorizadas e sem estruturas ressignificam-se, passando por uma acentuada especulação imobiliária e modernização de seus espaços.
É nesse contexto que a gentrificação ocorre, pois as áreas antes desvalorizadas passam a ter um custo muito alto, ao passo que a população residente nesse local é gradativamente substituída por um perfil comercial ou de grupos sociais mais abastados. Com isso, a paisagem modifica-se, e as zonas, que antes eram só guetos, barracos e pobreza, transformam-se em condomínios, prédios e casas de médio e alto padrão.
No entanto, é importante considerar que a transformação desses espaços não representa necessariamente uma mudança no padrão de vida da sociedade, haja vista que a população mais pobre, ao emigrar dessas regiões, passa a habitar outras localidades, geralmente ainda mais periferizadas. Essa ocorrência é chamada de segregação urbana.
Um exemplo nítido do processo de gentrificação é a favela do Vidigal, no Rio de Janeiro. Esse local vai aos poucos se transformando, recebendo novas casas de luxo formadas por pessoas ricas que buscam a área visando à bela visão do alto do morro. Com isso, o Vidigal vai conhecendo uma cada vez maior valorização de seus espaços, com a substituição do perfil de moradores e, consequentemente, das estruturas que os cercam.
Nem sempre o processo de gentrificação é um fenômeno econômico sem relação com as ações públicas, às vezes, é o próprio Estado quem comanda ou interfere no processo. Na África do Sul, durante a Copa, algumas populações foram removidas e deslocadas para moradias populares, e seus lares pobres foram substituídos por outras construções. Na Copa do Mundo de 2014, a região da zona leste de São Paulo viu uma ressignificação de suas áreas após a construção do estádio de futebol utilizado pela cidade durante o megaevento, com a consequente valorização abrupta do valor do solo.
(https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/gentrificacao.htm [Texto adaptado])
São acentuadas pelo mesmo motivo as palavras
Questão Anulada e Desatualizada

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