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Foram encontradas 215 questões.

Qual é o papel da literatura na compreensão das questões sociais e políticas de uma sociedade?
 

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Em relação ao conceito de desenvolvimento sustentável, qual das seguintes práticas é considerada essencial para sua promoção?
 

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3335261 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR

Pedro está à leste de Tomé e Tomé está ao norte de João. Mateus está no sul de João, então em que direção de Pedro está Mateus?

Enunciado 3752639-1

 

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3335260 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR

Considere os conjuntos numéricos A, B e C definidos da seguinte forma:

Enunciado 3752638-1

Determine Enunciado 3752638-2

 

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3335259 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Os trabalhadores da fábrica são constantemente encorajados a praticar tolerância zero quando se trata de acidentes em fábricas. Acidentes podem ocorrer porque o ambiente de trabalho ou as próprias condições são inseguras. Por outro lado, acidentes podem ocorrer devido a descuido ou o chamado erro humano. Além disso, o turno do trabalhador, 7:00 A.M. – 3:00 P.M. (turno diurno), 3:00 P.M. – 11:00 P.M. (turno vespertino) ou 11:00 P.M. – 7:00 A.M. (turno da noite), pode ser um fator. Durante o último ano, ocorreram 600 acidentes. As porcentagens dos acidentes para as combinações de condições são as seguintes:

Enunciado 3752637-1


Considere que um relatório de acidente foi selecionado aleatoriamente entre os 600 relatórios. Qual é a probabilidade de o acidente ter ocorrido no turno da noite, sabendo que ocorreu um erro humano?
 

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3335258 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR

Nas competições de Surf das Olimpíadas, os competidores têm direito à cinco notas que são dadas por julgamentos das suas manobras por juízes. A maior e a menor nota são descartadas. Considerando estas condições calcule a média aproximada de um surfista que teve as seguintes notas.

Enunciado 3752636-1

 

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3335257 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Maria está organizando um evento e precisa comprar flores para a decoração. O fornecedor vende um buquê pequeno de flores por R$10 e um buquê grande por R$15. Maria precisa comprar um total de 10 buquês, gastando exatamente R$130. Ela decide comprar x buquês pequenos e y buquês grandes. Com base nas informações acima, quantos buquês pequenos e quantos buquês grandes Maria deve comprar para atender às suas necessidades?
 

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3335256 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
As vírgulas empregadas no período “Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.” (1º período) justificam-se, pois separam, respectivamente:
 

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3335255 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
O pronome relativo em destaque no fragmento “O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, (...)” (2º parágrafo) está usado corretamente. Assinale a alternativa em que tal pronome também está empregado de forma correta, levando-se em consideração o fenômeno da regência:
 

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3335254 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Em relação ao vocábulo “que”, presente no excerto “Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, (...) (1º parágrafo), ele deve ser classificado como um(a):
 

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