Foram encontradas 440 questões.
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <https://forumchaves.com.br/viewtopic.php?f=53&t=7226&start=8610>. Acesso em: 02 dez. 2023.
O efeito de humor da tirinha é causado pela
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O plano deles era nos arrancar
Nos engolir e integrar
Apagar nossa memória
Mas nenhum vínculo
É tão forte quanto o dos encantados
A ancestralidade
Nos guia de volta
NUNES, J. Poesia Indígena Hoje. Núm. 1, agosto de 2020. p. 106. Disponível em: <https://www.p-o-e-s-i-a.org/dossies/#dearflip-df_2733/107/>. Acesso em: 02 dez. 2023.
O poema apresenta elementos que permitem o trabalho pedagógico transdisciplinar. O tema contextual a ser escolhido para o trabalho transdisciplinar com o texto é/são
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Claridade
A mulher chegou para o marido com o rosto completamente iluminado e ele se irritou porque há muito se esquecera como e onde se acendia essa luz. E por mais que se esforçasse não conseguiu se lembrar. A mulher iluminada foi se deitar ao seu lado e ele passou a noite sem dormir porque se acostumara ao escuro.
SIMÕES, M. L. Contos contidos. 3. ed. Belo Horizonte: Baobá, 2021, p. 12.
A constatação de que o microconto apresenta um narrador em terceira pessoa caracteriza na prática de análise linguística a atividade
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Claridade
A mulher chegou para o marido com o rosto completamente iluminado e ele se irritou porque há muito se esquecera como e onde se acendia essa luz. E por mais que se esforçasse não conseguiu se lembrar. A mulher iluminada foi se deitar ao seu lado e ele passou a noite sem dormir porque se acostumara ao escuro.
SIMÕES, M. L. Contos contidos. 3. ed. Belo Horizonte: Baobá, 2021, p. 12.
A atividade epilinguística pode ser ativada na leitura do microconto a partir da
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Soneto Amazônico
Sobre as águas pitingas do Arawá
Ygara que desliza calmamente
Entre galhos – caniços de araçás
No reflexo dourado quase ausente.
Do peribuxim em seu ocaso
Mariscamos louvando ao criador
Como o pirá a boiar – puro ornato
Natureza ao pescar do pescador
Tanto! tantos pirás ó remador!
Vem pegar o pirá mariscador,
E jogar no pitinga paraná.
E pegar nesses tempos, mariscados
Sob a aratuba do peitamarraro
Enquanto não perece o xamatá.
YAMÃ, Yaguarê. Soneto Amazônico. In: MINÁPOTY, Lia; YAMÃ, Yaguarê. A árvore de carne e outros contos. Ilustrações de Mariana Newlands. São Paulo: Tordesilhinhas, 2012. p. 7.
A temática do poema de Yaguarê Yamã centra-se
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Soneto Amazônico
Sobre as águas pitingas do Arawá
Ygara que desliza calmamente
Entre galhos – caniços de araçás
No reflexo dourado quase ausente.
Do peribuxim em seu ocaso
Mariscamos louvando ao criador
Como o pirá a boiar – puro ornato
Natureza ao pescar do pescador
Tanto! tantos pirás ó remador!
Vem pegar o pirá mariscador,
E jogar no pitinga paraná.
E pegar nesses tempos, mariscados
Sob a aratuba do peitamarraro
Enquanto não perece o xamatá.
YAMÃ, Yaguarê. Soneto Amazônico. In: MINÁPOTY, Lia; YAMÃ, Yaguarê. A árvore de carne e outros contos. Ilustrações de Mariana Newlands. São Paulo: Tordesilhinhas, 2012. p. 7.
O texto de Yaguarê Yamã representativo da literatura indígena revela
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Letramento literário
Tive a honra de entrevistar a Professora Maria Zélia Versiani Machado, Doutora em Educação e professora da UFMG sobre o assunto “Letramento Literário”
Juliana: O que é Letramento Literário? Qual a importância da existência de um grupo de pesquisa, dentro da academia, sobre o Letramento Literário?
Prof. Zélia: O termo ‘letramento literário’ foi usado pela primeira vez no Brasil por Graça Paulino, num trabalho encomendado para a ANPEd. Na época, o nosso grupo de pesquisa tinha o nome Grupo de Pesquisas de Literatura Infantil e Juvenil. Em seguida, passamos a adotar o nome Grupo de Pesquisas do Letramento Literário – GPELL – pelo fato de, assim, integrarmos mais a literatura no contexto da cultura escrita às nossas discussões. Desta forma, a mudança de nome buscou destacar a importância da leitura literária, do leitor, da formação de leitores – professores e alunos –, da leitura literária na escola e em bibliotecas, etc. Como grupo de pesquisa do Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita, da Faculdade de Educação (UFMG) – a opção pelo letramento literário afinava-se às ações do Centro, entre as quais aquela voltada para a formação de professores. A oportunidade de diálogo com professores da educação básica tem nos mostrado caminhos para levar a literatura para dentro da sala de aula. Sem esse contraponto, esse diálogo com o leitor-professor ou aluno, não estaríamos fazendo jus à designação letramento literário. A outra ponta – para quem e para onde vão os livros – nos interessa tanto quanto os “bons” livros da literatura. E sabemos que uma exigência para que ele chegue ao leitor é a de cumplicidade, uma cumplicidade que se alcança quando o professor é autor e ator do processo, quando partilha as suas leituras com seus alunos, com outros professores, com pesquisadores. Acreditamos que essa condição de autoria e de ser ator de suas ações mediadoras na sala de aula pode ser conquistada pelos professores em cursos de formação. Outra ênfase do Grupo, a da pesquisa, não tem perdido de vista essa perspectiva da formação de leitores.
GALVÃO, Juliana. Entrevista com Maria Zélia Versiani Machado. Letramento literário. Disponível em: <http://escritabrasil.blogspot.com/2008/07/letramento.html>. Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
Há no texto a defesa de que o diálogo com professores da educação básica
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Letramento literário
Tive a honra de entrevistar a Professora Maria Zélia Versiani Machado, Doutora em Educação e professora da UFMG sobre o assunto “Letramento Literário”
Juliana: O que é Letramento Literário? Qual a importância da existência de um grupo de pesquisa, dentro da academia, sobre o Letramento Literário?
Prof. Zélia: O termo ‘letramento literário’ foi usado pela primeira vez no Brasil por Graça Paulino, num trabalho encomendado para a ANPEd. Na época, o nosso grupo de pesquisa tinha o nome Grupo de Pesquisas de Literatura Infantil e Juvenil. Em seguida, passamos a adotar o nome Grupo de Pesquisas do Letramento Literário – GPELL – pelo fato de, assim, integrarmos mais a literatura no contexto da cultura escrita às nossas discussões. Desta forma, a mudança de nome buscou destacar a importância da leitura literária, do leitor, da formação de leitores – professores e alunos –, da leitura literária na escola e em bibliotecas, etc. Como grupo de pesquisa do Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita, da Faculdade de Educação (UFMG) – a opção pelo letramento literário afinava-se às ações do Centro, entre as quais aquela voltada para a formação de professores. A oportunidade de diálogo com professores da educação básica tem nos mostrado caminhos para levar a literatura para dentro da sala de aula. Sem esse contraponto, esse diálogo com o leitor-professor ou aluno, não estaríamos fazendo jus à designação letramento literário. A outra ponta – para quem e para onde vão os livros – nos interessa tanto quanto os “bons” livros da literatura. E sabemos que uma exigência para que ele chegue ao leitor é a de cumplicidade, uma cumplicidade que se alcança quando o professor é autor e ator do processo, quando partilha as suas leituras com seus alunos, com outros professores, com pesquisadores. Acreditamos que essa condição de autoria e de ser ator de suas ações mediadoras na sala de aula pode ser conquistada pelos professores em cursos de formação. Outra ênfase do Grupo, a da pesquisa, não tem perdido de vista essa perspectiva da formação de leitores.
GALVÃO, Juliana. Entrevista com Maria Zélia Versiani Machado. Letramento literário. Disponível em: <http://escritabrasil.blogspot.com/2008/07/letramento.html>. Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
O conceito de letramento literário para Maria Zélia Versiani Machado considera
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O meu conto, eu (re)conto
Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.
KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
O projeto da professora Néia considera a aprendizagem da produção de texto como
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O meu conto, eu (re)conto
Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.
KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
A ideia central do projeto “O meu conto, eu (re)conto” é o trabalho pedagógico com conteúdos
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