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Foram encontradas 440 questões.

3079179 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO
Uma pessoa investiu um determinado capital sob uma taxa de juros compostos de 10% ao mês, obtendo ao final de dois meses um montante de R$36.300,00. Qual foi o capital investido?
 

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3079178 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO
Em uma família de 70 pessoas, 33 praticam caminhada, 41 praticam natação e 12 não praticam nada. O número de pessoas dessa família que praticam somente caminhada é
 

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3079177 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO

Em um grupo, as pessoas têm de 18 a 40 anos. Sabe-se que !$ \dfrac{1}{6} !$ possui de 20 a 25 anos, !$ \dfrac{1}{5} !$ tem de 26 a 29 anos e !$ \dfrac{1}{3} !$ tem 30 anos ou mais. Qual fração desse grupo tem menos de 20 anos?

 

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3079176 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO
Qual é o próximo termo da sequência: 1, 3, 7, 15, ...?
 

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3079175 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO

Leia o Texto 4 para responder a questão.

Texto 4

Dupla dinâmica


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.
Sociologia, ciência & vida.
No período “Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas”, a palavra “ambas” é importante para o estabelecimento da coesão textual, funcionando morfologicamente como
 

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3079174 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO

Leia o Texto 4 para responder a questão.

Texto 4

Dupla dinâmica


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos.
Sociologia, ciência & vida.
No período “Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas”, a oração em destaque apresenta o valor semântico de
 

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3079173 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO

Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3


O professor deve ser um guia seguro, muito senhor de sua língua; se outra for a orientação, vamos cair na “língua brasileira”, refúgio nefasto e confissão nojenta de ignorância do idioma pátrio, recurso vergonhoso de homens de cultura falsa e de falso patriotismo. Como havemos de querer que respeitem a nossa nacionalidade se somos os primeiros a descuidar daquilo que exprime e representa o idioma pátrio?

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Prefácio. Gramática metódica da língua portuguesa.

São Paulo: Saraiva, 1999. [Adaptado].

Nos sintagmas “de cultura falsa” e “de falso patriotismo”, a mudança de posição do adjetivo não altera o sentido por ele assumido. Situação análoga ocorre nos sintagmas
 

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3079172 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO

Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3


O professor deve ser um guia seguro, muito senhor de sua língua; se outra for a orientação, vamos cair na “língua brasileira”, refúgio nefasto e confissão nojenta de ignorância do idioma pátrio, recurso vergonhoso de homens de cultura falsa e de falso patriotismo. Como havemos de querer que respeitem a nossa nacionalidade se somos os primeiros a descuidar daquilo que exprime e representa o idioma pátrio?

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Prefácio. Gramática metódica da língua portuguesa.

São Paulo: Saraiva, 1999. [Adaptado].

As afirmações feitas no texto fundamentam-se sobre o pressuposto de que a língua é
 

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3079171 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2

A lógica do humor

Piada racista termina com polícia em casa de shows. É engraçado gozar de minorias? Até onde se pode chegar para fazer os outros rirem? Aliás, do que rimos?
De um modo geral, achamos graça quando percebemos um choque entre dois códigos de regras ou de contextos, todos consistentes, mas incompatíveis entre si. Um exemplo: “O masoquista é a pessoa que gosta de um banho frio pelas manhãs e, por isso, toma uma ducha quente”.
Cometo agora a heresia de explicar a piada. Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser um masoquista subverte a lógica normal: ele faz o contrário do que gosta, porque gosta de sofrer. É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria. Uma variante no mesmo padrão é: “O sádico é a pessoa que é gentil com o masoquista”.
Essa “gramática” dá conta da estrutura intelectual das piadas, mas há também dinâmicas emocionais. Kant, na Crítica do juízo, diz que o riso é o resultado da “súbita transformação de uma expectativa tensa em nada”. Rimos porque nos sentimos aliviados. Torna-se plausível rir de desgraças alheias. Em alemão, há até uma palavra para isso: “schadenfreude”, que é o sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. Não necessariamente estamos felizes pelo infortúnio do outro, mas sentimo-nos aliviados com o fato de não sermos nós a vítima.
Mais ou menos na mesma linha vai o filósofo francês Henri Bergson. Em “O riso”, ele observa que muitas piadas exigem “uma anestesia momentânea do coração”. Ou seja, pelo menos as partes mais primitivas de nosso eu acham graça em troçar dos outros. Daí os inevitáveis choques entre humor e adequação social.
Como não podemos dispensar o riso nem o combate à discriminação, o conflito é inevitável. Resta torcer para que seja autolimitado. Não deixaremos de rir de piadas racistas, mas não podemos esquecer que elas colocam um problema moral.
Disponível em: <https://avaranda.blogspot.com/2012/03/logica-do-
humor-helio-schwartsman.html>. Acesso em: 30 nov. 2023.
No período “É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria”, a oração destacada exerce a função sintática de
 

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3079170 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Anápolis-GO
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2

A lógica do humor

Piada racista termina com polícia em casa de shows. É engraçado gozar de minorias? Até onde se pode chegar para fazer os outros rirem? Aliás, do que rimos?
De um modo geral, achamos graça quando percebemos um choque entre dois códigos de regras ou de contextos, todos consistentes, mas incompatíveis entre si. Um exemplo: “O masoquista é a pessoa que gosta de um banho frio pelas manhãs e, por isso, toma uma ducha quente”.
Cometo agora a heresia de explicar a piada. Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser um masoquista subverte a lógica normal: ele faz o contrário do que gosta, porque gosta de sofrer. É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria. Uma variante no mesmo padrão é: “O sádico é a pessoa que é gentil com o masoquista”.
Essa “gramática” dá conta da estrutura intelectual das piadas, mas há também dinâmicas emocionais. Kant, na Crítica do juízo, diz que o riso é o resultado da “súbita transformação de uma expectativa tensa em nada”. Rimos porque nos sentimos aliviados. Torna-se plausível rir de desgraças alheias. Em alemão, há até uma palavra para isso: “schadenfreude”, que é o sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. Não necessariamente estamos felizes pelo infortúnio do outro, mas sentimo-nos aliviados com o fato de não sermos nós a vítima.
Mais ou menos na mesma linha vai o filósofo francês Henri Bergson. Em “O riso”, ele observa que muitas piadas exigem “uma anestesia momentânea do coração”. Ou seja, pelo menos as partes mais primitivas de nosso eu acham graça em troçar dos outros. Daí os inevitáveis choques entre humor e adequação social.
Como não podemos dispensar o riso nem o combate à discriminação, o conflito é inevitável. Resta torcer para que seja autolimitado. Não deixaremos de rir de piadas racistas, mas não podemos esquecer que elas colocam um problema moral.
Disponível em: <https://avaranda.blogspot.com/2012/03/logica-do-
humor-helio-schwartsman.html>. Acesso em: 30 nov. 2023.
No quarto e no quinto parágrafo, com o objetivo de convencer o interlocutor da validade de suas proposições, o locutor do texto utiliza argumentos de
 

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