Foram encontradas 166 questões.
Em um contexto de gestão de arquivos, analise os
seguintes fatores:
I – Garantia da preservação de documentos e arquivos importantes. II – Otimização do processo de busca por informações. III – Redução do acúmulo desnecessário de dados digitais ou em papel. IV – Aumento da burocracia ao se buscar e trabalhar informações em arquivos.
A alternativa que apresenta de forma COMPLETA E CORRETA todas as funções de um programa de gestão de arquivos é:
I – Garantia da preservação de documentos e arquivos importantes. II – Otimização do processo de busca por informações. III – Redução do acúmulo desnecessário de dados digitais ou em papel. IV – Aumento da burocracia ao se buscar e trabalhar informações em arquivos.
A alternativa que apresenta de forma COMPLETA E CORRETA todas as funções de um programa de gestão de arquivos é:
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Quando queremos ordenar a documentação de
acordo com o número do documento ou da pasta em
que ele foi arquivado, qual é o método de arquivamento
mais indicado?
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais,
e defende que a CNV é uma das maneiras mais
eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais
pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos
conflitos entre as pessoas podem ser causados
mais pela forma como comunicamos as nossas
ideias do que por opiniões divergentes. Baseado
nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV,
guiada por 4 componentes básicos: Observação,
Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular
a escuta empática, a honestidade e para criar
espaço para falar sobre as próprias necessidades e
sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso
ter um facilitador que esteja familiarizado com os
conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que
será abordado no círculo e organizar o encontro
entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo
dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão
é fazer uma atividade de meditação ou respiração
antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele
dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão
vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como
estavam se sentindo e quais foram as necessidades
não atendidas. Em um segundo momento, sugira
que compartilhem o que pensaram com uma dupla,
que deverá praticar a escuta empática e parafrasear
o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como
eles saem do encontro e qual aprendizado levam da
prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser
uma alternativa interessante para permitir com que
professores e alunos abordem temas que atravessam
o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova
Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível
em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais,
e defende que a CNV é uma das maneiras mais
eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais
pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos
conflitos entre as pessoas podem ser causados
mais pela forma como comunicamos as nossas
ideias do que por opiniões divergentes. Baseado
nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV,
guiada por 4 componentes básicos: Observação,
Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular
a escuta empática, a honestidade e para criar
espaço para falar sobre as próprias necessidades e
sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso
ter um facilitador que esteja familiarizado com os
conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que
será abordado no círculo e organizar o encontro
entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo
dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão
é fazer uma atividade de meditação ou respiração
antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele
dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão
vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como
estavam se sentindo e quais foram as necessidades
não atendidas. Em um segundo momento, sugira
que compartilhem o que pensaram com uma dupla,
que deverá praticar a escuta empática e parafrasear
o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como
eles saem do encontro e qual aprendizado levam da
prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser
uma alternativa interessante para permitir com que
professores e alunos abordem temas que atravessam
o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova
Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível
em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais,
e defende que a CNV é uma das maneiras mais
eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais
pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos
conflitos entre as pessoas podem ser causados
mais pela forma como comunicamos as nossas
ideias do que por opiniões divergentes. Baseado
nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV,
guiada por 4 componentes básicos: Observação,
Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular
a escuta empática, a honestidade e para criar
espaço para falar sobre as próprias necessidades e
sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso
ter um facilitador que esteja familiarizado com os
conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que
será abordado no círculo e organizar o encontro
entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo
dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão
é fazer uma atividade de meditação ou respiração
antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele
dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão
vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como
estavam se sentindo e quais foram as necessidades
não atendidas. Em um segundo momento, sugira
que compartilhem o que pensaram com uma dupla,
que deverá praticar a escuta empática e parafrasear
o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como
eles saem do encontro e qual aprendizado levam da
prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser
uma alternativa interessante para permitir com que
professores e alunos abordem temas que atravessam
o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova
Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível
em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
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grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais,
e defende que a CNV é uma das maneiras mais
eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais
pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos
conflitos entre as pessoas podem ser causados
mais pela forma como comunicamos as nossas
ideias do que por opiniões divergentes. Baseado
nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV,
guiada por 4 componentes básicos: Observação,
Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular
a escuta empática, a honestidade e para criar
espaço para falar sobre as próprias necessidades e
sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso
ter um facilitador que esteja familiarizado com os
conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que
será abordado no círculo e organizar o encontro
entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo
dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão
é fazer uma atividade de meditação ou respiração
antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele
dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão
vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como
estavam se sentindo e quais foram as necessidades
não atendidas. Em um segundo momento, sugira
que compartilhem o que pensaram com uma dupla,
que deverá praticar a escuta empática e parafrasear
o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como
eles saem do encontro e qual aprendizado levam da
prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser
uma alternativa interessante para permitir com que
professores e alunos abordem temas que atravessam
o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova
Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível
em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
Atenciosamente, Secretário de Educação”
Assinale a alternativa que contém os termos que preenchem CORRETAMENTE as lacunas do texto acima.
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Como usar a Comunicação Não-Violenta comgrupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceitoproposto pelo psicólogo norte-americano MarshallRosenberg na década de 1960. Rosenberg é autordo livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas paraaprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, edefende que a CNV é uma das maneiras mais eficazesde resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. ParaRosenberg, parte considerável dos conflitos entre aspessoas podem ser causados mais pela forma comocomunicamos as nossas ideias do que por opiniõesdivergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveua técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.Dentre as intervenções possíveis, destacam-se osCírculos Empáticos, uma metodologia para estimular aescuta empática, a honestidade e para criar espaço parafalar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter umfacilitador que esteja familiarizado com os conceitos deCNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado nocírculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escutapropicia a conexão consigo mesmo e com o outro.Envolve, dentre outros fatores, o foco no momentopresente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: darconselhos, competir pelo sofrimento, interromperaquele que fala, mudar de assunto e tentar educaralguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão éfazer uma atividade de meditação ou respiração antesde começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todospensem uma situação desafiadora que estão vivendo.Em seguida, sugira que reconheçam como estavam sesentindo e quais foram as necessidades não atendidas.Em um segundo momento, sugira que compartilhem oque pensaram com uma dupla, que deverá praticar aescuta empática e parafrasear o que está sendo ditopelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como elessaem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos podeser uma alternativa interessante para permitircom que professores e alunos abordemtemas que atravessam o cotidiano escolar.
Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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Como usar a Comunicação Não-Violenta comgrupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceitoproposto pelo psicólogo norte-americano MarshallRosenberg na década de 1960. Rosenberg é autordo livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas paraaprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, edefende que a CNV é uma das maneiras mais eficazesde resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. ParaRosenberg, parte considerável dos conflitos entre aspessoas podem ser causados mais pela forma comocomunicamos as nossas ideias do que por opiniõesdivergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveua técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.Dentre as intervenções possíveis, destacam-se osCírculos Empáticos, uma metodologia para estimular aescuta empática, a honestidade e para criar espaço parafalar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter umfacilitador que esteja familiarizado com os conceitos deCNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado nocírculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escutapropicia a conexão consigo mesmo e com o outro.Envolve, dentre outros fatores, o foco no momentopresente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: darconselhos, competir pelo sofrimento, interromperaquele que fala, mudar de assunto e tentar educaralguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão éfazer uma atividade de meditação ou respiração antesde começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todospensem uma situação desafiadora que estão vivendo.Em seguida, sugira que reconheçam como estavam sesentindo e quais foram as necessidades não atendidas.Em um segundo momento, sugira que compartilhem oque pensaram com uma dupla, que deverá praticar aescuta empática e parafrasear o que está sendo ditopelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como elessaem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos podeser uma alternativa interessante para permitircom que professores e alunos abordemtemas que atravessam o cotidiano escolar.
Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e
defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes
de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para
Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as
pessoas podem ser causados mais pela forma como
comunicamos as nossas ideias do que por opiniões
divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu
a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:
Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a
escuta empática, a honestidade e para criar espaço para
falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um
facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de
CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no
círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,
e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é
fazer uma atividade de meditação ou respiração antes
de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão vivendo.
Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se
sentindo e quais foram as necessidades não atendidas.
Em um segundo momento, sugira que compartilhem o
que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a
escuta empática e parafrasear o que está sendo dito
pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles
saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode
ser uma alternativa interessante para permitir
com que professores e alunos abordem
temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.
11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://
novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e
defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes
de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para
Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as
pessoas podem ser causados mais pela forma como
comunicamos as nossas ideias do que por opiniões
divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu
a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:
Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a
escuta empática, a honestidade e para criar espaço para
falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um
facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de
CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no
círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,
e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é
fazer uma atividade de meditação ou respiração antes
de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão vivendo.
Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se
sentindo e quais foram as necessidades não atendidas.
Em um segundo momento, sugira que compartilhem o
que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a
escuta empática e parafrasear o que está sendo dito
pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles
saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode
ser uma alternativa interessante para permitir
com que professores e alunos abordem
temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.
11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://
novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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