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Foram encontradas 166 questões.

1981274 Ano: 2020
Disciplina: Arquivologia
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Em um contexto de gestão de arquivos, analise os seguintes fatores:
I – Garantia da preservação de documentos e arquivos importantes. II – Otimização do processo de busca por informações. III – Redução do acúmulo desnecessário de dados digitais ou em papel. IV – Aumento da burocracia ao se buscar e trabalhar informações em arquivos.
A alternativa que apresenta de forma COMPLETA E CORRETA todas as funções de um programa de gestão de arquivos é:
 

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1981273 Ano: 2020
Disciplina: Arquivologia
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Quando queremos ordenar a documentação de acordo com o número do documento ou da pasta em que ele foi arquivado, qual é o método de arquivamento mais indicado?
 

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1980965 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que
 

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1980964 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está classificado de forma INCORRETA.
 

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1980963 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
Assinale a alternativa em quem NÃO há erro de pontuação:
 

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1980962 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos

A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
• Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-acomunicacao-nao-violenta-com-grupos)
“_____ Diretor, Encaminhamos este convite a _________ e aos demais professores da ____ escola, para participar da inauguração da nova sede da biblioteca pública municipal.
Atenciosamente, Secretário de Educação”
Assinale a alternativa que contém os termos que preenchem CORRETAMENTE as lacunas do texto acima.
 

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1980630 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta comgrupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceitoproposto pelo psicólogo norte-americano MarshallRosenberg na década de 1960. Rosenberg é autordo livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas paraaprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, edefende que a CNV é uma das maneiras mais eficazesde resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. ParaRosenberg, parte considerável dos conflitos entre aspessoas podem ser causados mais pela forma comocomunicamos as nossas ideias do que por opiniõesdivergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveua técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.Dentre as intervenções possíveis, destacam-se osCírculos Empáticos, uma metodologia para estimular aescuta empática, a honestidade e para criar espaço parafalar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter umfacilitador que esteja familiarizado com os conceitos deCNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado nocírculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escutapropicia a conexão consigo mesmo e com o outro.Envolve, dentre outros fatores, o foco no momentopresente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: darconselhos, competir pelo sofrimento, interromperaquele que fala, mudar de assunto e tentar educaralguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão éfazer uma atividade de meditação ou respiração antesde começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todospensem uma situação desafiadora que estão vivendo.Em seguida, sugira que reconheçam como estavam sesentindo e quais foram as necessidades não atendidas.Em um segundo momento, sugira que compartilhem oque pensaram com uma dupla, que deverá praticar aescuta empática e parafrasear o que está sendo ditopelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como elessaem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos podeser uma alternativa interessante para permitircom que professores e alunos abordemtemas que atravessam o cotidiano escolar.
Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que
 

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1980629 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta comgrupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceitoproposto pelo psicólogo norte-americano MarshallRosenberg na década de 1960. Rosenberg é autordo livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas paraaprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, edefende que a CNV é uma das maneiras mais eficazesde resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. ParaRosenberg, parte considerável dos conflitos entre aspessoas podem ser causados mais pela forma comocomunicamos as nossas ideias do que por opiniõesdivergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveua técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.Dentre as intervenções possíveis, destacam-se osCírculos Empáticos, uma metodologia para estimular aescuta empática, a honestidade e para criar espaço parafalar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter umfacilitador que esteja familiarizado com os conceitos deCNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado nocírculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escutapropicia a conexão consigo mesmo e com o outro.Envolve, dentre outros fatores, o foco no momentopresente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: darconselhos, competir pelo sofrimento, interromperaquele que fala, mudar de assunto e tentar educaralguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão éfazer uma atividade de meditação ou respiração antesde começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todospensem uma situação desafiadora que estão vivendo.Em seguida, sugira que reconheçam como estavam sesentindo e quais foram as necessidades não atendidas.Em um segundo momento, sugira que compartilhem oque pensaram com uma dupla, que deverá praticar aescuta empática e parafrasear o que está sendo ditopelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como elessaem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos podeser uma alternativa interessante para permitircom que professores e alunos abordemtemas que atravessam o cotidiano escolar.
Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
Assinale a alternativa em quem NÃO há erro depontuação.
 

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1980628 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido. Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https:// novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que
 

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1980627 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Apucarana-PR
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as pessoas podem ser causados mais pela forma como comunicamos as nossas ideias do que por opiniões divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos: Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido. Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a escuta empática, a honestidade e para criar espaço para falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta propicia a conexão consigo mesmo e com o outro. Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito, e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar conselhos, competir pelo sofrimento, interromper aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é fazer uma atividade de meditação ou respiração antes de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo: permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos pensem uma situação desafiadora que estão vivendo. Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se sentindo e quais foram as necessidades não atendidas. Em um segundo momento, sugira que compartilhem o que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a escuta empática e parafrasear o que está sendo dito pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode ser uma alternativa interessante para permitir com que professores e alunos abordem temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola. 11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https:// novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está classificado de forma INCORRETA.
 

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