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A CHARGE A SEGUIR REFERE-SE À QUESTÃO.

(https://www.google.com/search?q=CHARGE+SOBRE+O+TEMPO&source=lnms&tb m=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjDku_j2pP1AhWQqZ)
O último quadrinho da charge revela uma situação social alarmante no Brasil. Desse modo, pode-se afirmar que o texto usado na charge é predominantemente
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A CHARGE A SEGUIR REFERE-SE À QUESTÃO.

(https://www.google.com/search?q=CHARGE+SOBRE+O+TEMPO&source=lnms&tb m=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjDku_j2pP1AhWQqZ)
A regra de acentuação da palavra “público” corresponde exatamente à do termo:
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Texto II
Tempos modernos
(Lulu Santos)
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima de um muro
De hipocrisia que insiste em me rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer mais sim que não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
(...)
(https://www.google.com/search?q=letra+musica+tempos+modernos+lulu+santos& oq=letra+tempos+moderm&aqs=chrome.5.69i57j0i13l2j0i13i30j0i8i13i30l4j0i8i10i1 3i30.7283j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8)
Releia o seguinte verso do Texto II:
“Eu quero crer no amor numa boa”
Assinale a opção em que o verbo destacado segue a mesma regência do verbo “crer” presente no verso apresentado acima.
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Texto II
Tempos modernos
(Lulu Santos)
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima de um muro
De hipocrisia que insiste em me rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer mais sim que não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
(...)
(https://www.google.com/search?q=letra+musica+tempos+modernos+lulu+santos& oq=letra+tempos+moderm&aqs=chrome.5.69i57j0i13l2j0i13i30j0i8i13i30l4j0i8i10i1 3i30.7283j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8)
A respeito do Texto II “Tempos Modernos”, de Lulu Santos, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A letra da canção apresenta a ideia de que o tempo passa vagarosamente e, por esse motivo, devemos viver cada minuto de forma tranquila.
( ) A letra da canção sugere que o tempo passa muito rápido e que, quando se ama, o casal não deve aproveitar os momentos de qualquer forma.
( ) A letra da canção inspira a todos para que aproveitem muito bem o tempo da vida, pois ele é passageiro, efêmero; tudo passa muito rápido.
As afirmativas são, respectivamente,
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Texto II
Tempos modernos
(Lulu Santos)
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima de um muro
De hipocrisia que insiste em me rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer mais sim que não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
(...)
(https://www.google.com/search?q=letra+musica+tempos+modernos+lulu+santos& oq=letra+tempos+moderm&aqs=chrome.5.69i57j0i13l2j0i13i30j0i8i13i30l4j0i8i10i1 3i30.7283j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8)
Na modalidade escrita da língua, o uso adequado dos verbos no tempo presente do modo subjuntivo requer muita atenção. Assinale a única alternativa em que a reescritura do primeiro verso da canção de Lulu Santos está totalmente de acordo com a norma culta e padrão da língua, em se tratando da primeira pessoa do singular do presente do subjuntivo.
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Texto I
Tempos Modernos
No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: “É o ‘Big Brother’”.
A expressão pegou graças ao famoso romance de George Orwell ("1984"), que virou série em TVs de todo o mundo, representando a perda de privacidade dos cidadãos que ficam dispostos e expostos ao olho implacável de uma câmera ligada ao estado-maior ou ao Grande Irmão que patrulha todas as ações da sociedade. A primeira referência a esse tipo de poder universal não é de George Orwell nem de seu livro, publicado em 1949.
Antes dele, em 1935, Charles Chaplin, em "Tempos Modernos", já mostrava a potencialidade da tecnologia na guarda dos valores da classe dominante sobre o resto da manada. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta parafusos alucinadamente, pede ao capataz de seu setor a licença para ir ao banheiro. Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em "close" o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza, ordenando-lhe que retorne imediatamente ao trabalho: a produção não pode parar. O filme de Chaplin continua sendo a crítica mais contundente aos tempos modernos, mas nada tem de reacionário, pelo contrário: em alguns países, foi proibido por ser propaganda comunista. Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.
Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas e ascetas (os solitários) colocavam em suas tendas ou celas um cartaz com o aviso: "Deus me vê!".
Dá mais ou menos no mesmo.
(Fonte: Carlos Heitor Cony. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2505200805.htm)
Após a leitura atenta do Texto I, percebe-se que o narrador traça uma possível relação comparativa entre o filme de Chaplin, o livro de Orwell “1984” e os tempos modernos porque
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Texto I
Tempos Modernos
No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: “É o ‘Big Brother’”.
A expressão pegou graças ao famoso romance de George Orwell ("1984"), que virou série em TVs de todo o mundo, representando a perda de privacidade dos cidadãos que ficam dispostos e expostos ao olho implacável de uma câmera ligada ao estado-maior ou ao Grande Irmão que patrulha todas as ações da sociedade. A primeira referência a esse tipo de poder universal não é de George Orwell nem de seu livro, publicado em 1949.
Antes dele, em 1935, Charles Chaplin, em "Tempos Modernos", já mostrava a potencialidade da tecnologia na guarda dos valores da classe dominante sobre o resto da manada. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta parafusos alucinadamente, pede ao capataz de seu setor a licença para ir ao banheiro. Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em "close" o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza, ordenando-lhe que retorne imediatamente ao trabalho: a produção não pode parar. O filme de Chaplin continua sendo a crítica mais contundente aos tempos modernos, mas nada tem de reacionário, pelo contrário: em alguns países, foi proibido por ser propaganda comunista. Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.
Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas e ascetas (os solitários) colocavam em suas tendas ou celas um cartaz com o aviso: "Deus me vê!".
Dá mais ou menos no mesmo.
(Fonte: Carlos Heitor Cony. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2505200805.htm)
Releia o fragmento do Texto I a seguir.
“No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: ‘É o ‘Big Brother’’.”
A palavra QUE destacada funciona perfeitamente
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Texto I
Tempos Modernos
No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: “É o ‘Big Brother’”.
A expressão pegou graças ao famoso romance de George Orwell ("1984"), que virou série em TVs de todo o mundo, representando a perda de privacidade dos cidadãos que ficam dispostos e expostos ao olho implacável de uma câmera ligada ao estado-maior ou ao Grande Irmão que patrulha todas as ações da sociedade. A primeira referência a esse tipo de poder universal não é de George Orwell nem de seu livro, publicado em 1949.
Antes dele, em 1935, Charles Chaplin, em "Tempos Modernos", já mostrava a potencialidade da tecnologia na guarda dos valores da classe dominante sobre o resto da manada. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta parafusos alucinadamente, pede ao capataz de seu setor a licença para ir ao banheiro. Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em "close" o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza, ordenando-lhe que retorne imediatamente ao trabalho: a produção não pode parar. O filme de Chaplin continua sendo a crítica mais contundente aos tempos modernos, mas nada tem de reacionário, pelo contrário: em alguns países, foi proibido por ser propaganda comunista. Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.
Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas e ascetas (os solitários) colocavam em suas tendas ou celas um cartaz com o aviso: "Deus me vê!".
Dá mais ou menos no mesmo.
(Fonte: Carlos Heitor Cony. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2505200805.htm)
Observe o vocábulo MAIOR utilizado em:
“Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.”
Assinale a opção em que o termo também funciona como um adjetivo e está flexionado no mesmo grau da frase acima.
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Texto I
Tempos Modernos
No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: “É o ‘Big Brother’”.
A expressão pegou graças ao famoso romance de George Orwell ("1984"), que virou série em TVs de todo o mundo, representando a perda de privacidade dos cidadãos que ficam dispostos e expostos ao olho implacável de uma câmera ligada ao estado-maior ou ao Grande Irmão que patrulha todas as ações da sociedade. A primeira referência a esse tipo de poder universal não é de George Orwell nem de seu livro, publicado em 1949.
Antes dele, em 1935, Charles Chaplin, em "Tempos Modernos", já mostrava a potencialidade da tecnologia na guarda dos valores da classe dominante sobre o resto da manada. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta parafusos alucinadamente, pede ao capataz de seu setor a licença para ir ao banheiro. Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em "close" o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza, ordenando-lhe que retorne imediatamente ao trabalho: a produção não pode parar. O filme de Chaplin continua sendo a crítica mais contundente aos tempos modernos, mas nada tem de reacionário, pelo contrário: em alguns países, foi proibido por ser propaganda comunista. Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.
Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas e ascetas (os solitários) colocavam em suas tendas ou celas um cartaz com o aviso: "Deus me vê!".
Dá mais ou menos no mesmo.
(Fonte: Carlos Heitor Cony. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2505200805.htm)
Releia a seguinte passagem do Texto I para responder à questão: “Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em ‘close’ o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza”.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I. A expressão pegou mal graças ao famoso romance de George Orwell.
II. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta mau parafusos alucinadamente.
III. Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas (solitários) e ascetas (eremitas) colocavam em suas tendas ou celas um mau cartaz.
O termo destacado está corretamente utilizado
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Texto I
Tempos Modernos
No meio do trânsito, o motorista diminuiu a marcha do carro, que ficou reduzido à velocidade de um pedestre. Estranhei a mudança, ele me apontou um esquisito negócio pendurado no poste mais próximo e informou: “É o ‘Big Brother’”.
A expressão pegou graças ao famoso romance de George Orwell ("1984"), que virou série em TVs de todo o mundo, representando a perda de privacidade dos cidadãos que ficam dispostos e expostos ao olho implacável de uma câmera ligada ao estado-maior ou ao Grande Irmão que patrulha todas as ações da sociedade. A primeira referência a esse tipo de poder universal não é de George Orwell nem de seu livro, publicado em 1949.
Antes dele, em 1935, Charles Chaplin, em "Tempos Modernos", já mostrava a potencialidade da tecnologia na guarda dos valores da classe dominante sobre o resto da manada. O operário Carlitos, estressado na esteira de montagem de uma fábrica monstruosa, onde aperta parafusos alucinadamente, pede ao capataz de seu setor a licença para ir ao banheiro. Mal entra ali, numa imensa tela que ocupa toda a parede, aparece em "close" o dono da fábrica, de cara amarrada, que o recrimina com aspereza, ordenando-lhe que retorne imediatamente ao trabalho: a produção não pode parar. O filme de Chaplin continua sendo a crítica mais contundente aos tempos modernos, mas nada tem de reacionário, pelo contrário: em alguns países, foi proibido por ser propaganda comunista. Embora nunca tenha confessado, esta cena foi o ponto de partida para Orwell criar o Big Brother, cuja amplitude é maior, universal.
Na Idade Média, quando a tecnologia da época era bem mais primitiva, os anacoretas e ascetas (os solitários) colocavam em suas tendas ou celas um cartaz com o aviso: "Deus me vê!".
Dá mais ou menos no mesmo.
(Fonte: Carlos Heitor Cony. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2505200805.htm)
Considerando o conteúdo do Texto I, pode-se afirmar que
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