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2260239 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever

O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.

Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez anos de crianças sem acesso a esse direito.

O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19.

O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos oportunidade de continuar os estudos a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no país.

"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021. Por isso, são necessárias ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que se vê.

Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."

Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.

"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de qualidade", diz Corrêa.

Disponível em SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS): Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7

anos que não sabem ler e escrever (msn.com). Adaptado.

Marque a opção CORRETA quanto ao processo de compreensão e interpretação de texto.

 

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2260238 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever

O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.

Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez anos de crianças sem acesso a esse direito.

O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19.

O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos oportunidade de continuar os estudos a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no país.

"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021. Por isso, são necessárias ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que se vê.

Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."

Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.

"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de qualidade", diz Corrêa.

Disponível em SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS): Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7

anos que não sabem ler e escrever (msn.com). Adaptado.

"As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas".

De acordo com a frase citada, é CORRETO afirmar que há:

 

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2260237 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever

O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.

Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez anos de crianças sem acesso a esse direito.

O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19.

O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos oportunidade de continuar os estudos a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no país.

"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021. Por isso, são necessárias ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que se vê.

Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."

Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.

"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de qualidade", diz Corrêa.

Disponível em SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS): Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7

anos que não sabem ler e escrever (msn.com). Adaptado.

"O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19".

A nova ordem das palavras na frase mencionada altera a pontuação.

Marque a opção CORRETA cujo sentido da frase não é alterado.

 

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2260236 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever

O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.

Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez anos de crianças sem acesso a esse direito.

O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19.

O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos oportunidade de continuar os estudos a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no país.

"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021. Por isso, são necessárias ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que se vê.

Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."

Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.

"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de qualidade", diz Corrêa.

Disponível em SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS): Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7

anos que não sabem ler e escrever (msn.com). Adaptado.

"Precisamos garantir educação de qualidade".

Em relação ao sujeito da frase, pode-se afirmar que:

 

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2260235 Ano: 2022
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Quanto as noções sobre primeiros socorros, analise as afirmativas a seguir e identifique as CORRETAS:

I. O atendimento a vítima pode ser realizado por qualquer pessoa, desde que treinada para realizar as técnicas preconizadas ao atendimento emergencial.

II. Os sinais vitais são indicadores das funções vitais e podem orientar o diagnóstico inicial e acompanhar a evolução do quadro clínico de uma vítima. São eles: pulso, respiração, pressão arterial e temperatura.

III. O impulso de ajudar a outras pessoas, não justifica a tomada de atitudes inconsequentes, que acabem transformando-o em mais uma vítima.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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2260234 Ano: 2022
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

A respeito da indicação do uso de produtos de limpeza, assinale a alternativa correspondente ao produto de limpeza indicado para a desinfecção de superfícies não-metálicas e superfícies com matéria orgânica.

 

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2260233 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

A Lei Complementar nº 1.044, de 27 de dezembro de 2013, dispõe sobre:

 

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2260232 Ano: 2022
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Em relação as noções sobre o manuseio e utilização de Equipamentos de Proteção Individual - EPI's, analise as afirmativas a seguir e identifique as CORRETAS:

I. Os manipuladores de alimentos devem cobrir os cabelos com uma touca ou rede, antes de entrar na área de processamento de alimentos.

II. As máscaras podem tornar-se uma fonte de contaminação se não forem trocadas periodicamente.

III. Os uniformes devem ser mantidos em bom estado, limpos, e trocados diariamente. Os funcionários não devem usá-los fora da área do estabelecimento.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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2260231 Ano: 2022
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

A ética é composta por valores reais e presentes na sociedade, a partir do momento em que, por mais que às vezes tais valores apareçam deturpados no contexto social, não é possível falar em convivência humana se esses forem desconsiderados.

Quanto a ética profissional, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2260230 Ano: 2022
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Bandeirante-SC

Quanto as noções de limpeza e higienização de banheiros e cozinhas, assinale a alternativa CORRETA.

 

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